A Caixa Econômica Federal alcançou R$ 13,1 bilhões em negócios no Feirão CAIXA da Casa Própria de 2017. O evento, que terminou neste domingo (25), teve um resultado 27,22% maior que na edição de 2016 (R$ 10,3 bilhões). Foram fechados ou encaminhados mais de 65 mil contratos, representando um crescimento de 13,8% em relação à edição anterior (57 mil).Para o Vice-Presidente de Habitação da CAIXA, Nelson Antônio de Souza, a realização do Feirão impulsiona a contratação de crédito imobiliário no país e contribui para geração de emprego e renda. “O Feirão de 2017 evoluiu tanto em quantidade como em volume contratado de negócios. A evolução do resultado demonstra um aumento da confiança do consumidor e o reaquecimento do mercado. Além disso, o Feirão reforça a importância da CAIXA para a indústria da construção civil”, comenta.Neste final de semana, de 23 a 25 de junho, mais de 42 mil visitantes foram ao Feirão, que ocorreu nas cidades de Brasília (DF), Curitiba (PR) e Fortaleza (CE). Cerca de 14 mil contratos foram fechados ou encaminhados e o volume de negócios superou R$ 2,9 bilhões nas três cidades.O Feirão passou por São Paulo (SP), Rio de Janeiro (RJ), Campinas (SP), Belém (PA), Florianópolis (SC), Porto Alegre (RS), Belo Horizonte (MG), Recife (PE), Salvador (BA), Goiânia (GO) e Uberlândia (MG), de 26 a 28 de maio, e alcançou R$ 10,2 bilhões em negócios no período. Foram mais de 191 mil visitantes nas onze cidades e 51 mil contratos fechados ou encaminhados.Ao todo, o Feirão CAIXA da Casa Própria de 2017 contou com 548 construtoras e 261 correspondentes imobiliários CAIXA, além de 185 imobiliárias, que ocuparam os estandes do evento durante os dois finais de semana de realização. O número de imóveis ofertados foi superior a 232 mil. Foram cerca de 3 mil empregados envolvidos com a realização dos eventos deste ano.

Fonte: investimentosenoticias.com.br

A torre com apartamentos de luxo, projetada pelo escritório Herzog & de Meuron, traz uma vista privilegiada da cidade e se torna a maior construção do bairro de Tribeca

Dos destaques mais impressionantes de Nova York, por certo, são os prédios com formatos curiosos. Entre eles, o novo projeto do escritório Herzog & de Meuron intitulado 56 Leonard. O arranha-céu de 250 metros de altura é o novo prédio residencial do Tribeca, bairro onde Gisele Bündchen e Tom Brady moram, e traz em seu formato curioso 145 unidades de apartamento e 10 coberturas com vista panorâmica da região.

Os 60 andares se intercalam como o jogo infantil Jenga, apelido dado pelos nova-iorquinos após a construção do mesmo. Os apartamentos disponíveis variam entre US$ 3.5 milhões e US$ 50 milhões, com direito a lareira e hall privativo.

A arquitetura e design de interiores do prédio e dos apartamentos segue o estilo industrial, com um toque luxuoso, claro. Pianos e itens de design customizados pelos arquitetos compõem as unidades mais caras.

O escritório suíço realizou uma parceria com o artista Anish Kapoor, conhecido por suas intervenções espelhadas em Nova York. Uma grande obra de arte está posta na entrada principal do 56 Leonard, que leva direto para a área de lazer, com biblioteca, brinquedoteca, academia completa, sauna, sala de ioga e outras facilidades. Por ali também existe uma sala de conferências. Além disso, o Herzog & de Meuron projetou uma um deck ao ar livre para a piscina de 20 metros.

Fonte: Casa Vogue

Está avaliando se comprar apartamento usado é um bom negócio? Confira algumas dicas que ajudarão você a evitar problemas futuros com o imóvel!

Comprar um apartamento usado pode significar um excelente negócio para o seu comprador por diversos motivos – entre eles, pode ser mais barato comparado com um mais novo na mesma região. Também pode ser um imóvel grande, diferente da maioria dos apartamentos mais novos, e isso é uma grande vantagem para muitas famílias.

Outro benefício comum do apartamento usado é que o bairro deste imóvel geralmente já é uma região consolidada, diferente de quando se aposta na valorização ou na revitalização de um local.

Mas é preciso tomar cuidado, verificar possíveis problemas que só poderão aparecer depois que você fechar negócio e aí será tarde. Para isso, atente-se às dicas abaixo!
1. Conheça o entorno do prédio antes de comprar o apartamento

Para comprar um apartamento, quase todos os anúncios mostram brevemente os ambientes, e no máximo as áreas comuns como salão de jogos, piscina e demais itens de lazer.

Para ter informações a respeito do bairro, você pode até utilizar a internet. Será possível ver imagens do comércio e da vizinhança, mas, para conhecer e formar sua opinião a respeito, precisará ir até o local.

E não aquelas duas ou três visitas programadas com o corretor para conhecer o apartamento, mas, sim, ir até o local à noite, fazer trajetos até os pontos de ônibus, conhecer o tráfego em diferentes horários, etc.

Fazendo isso, aumentam suas chances de conhecer os pontos negativos e positivos do bairro e incluí-los na sua avaliação particular para comprar apartamento usado.
2. Conte com apoio profissional para buscar defeitos ocultos

Ao avaliar a compra de um apartamento, usado ou novo, você deverá antes de assinar o contrato, realizar a vistoria do imóvel para verificar se o mesmo encontra em plenas condições de ser habitado e se possíveis defeitos ocultos não possam comprometer o local, quando você estiver morando com sua família.

Muitas vezes, quem não é acostumado com a análise de imóveis não consegue perceber diferenças entre uma rachadura e uma trinca na estrutura do apartamento. Com isso, a vontade de comprar pode trair nessa hora.

Por isso, se possível, conte com o avaliação de um profissional nessa etapa. Ele será capaz de ter uma visão técnica a respeito do apartamento que você deseja morar e poderá demonstrar se é ou não um bom negócio.

Se você não encontrar ou não puder pagar pelo valor de uma avaliação profissional, pode pedir a ajuda de um amigo com mais experiência. Você só não pode comprar o apartamento sem fazer a vistoria e solicitar ao vendedor reparos se forem precisos.
3. Avalie as condições do condomínio onde está o apartamento

De nada adianta você se encantar com um apartamento para compra se ele estiver no último andar de um prédio com 10 andares que possui um elevador quebrado. Ou cuja vaga de garagem fica entre duas colunas que riscam a porta do seu carro a cada nova manobra.

Lembre-se que toda a área comum faz parte da sua nova propriedade e o valor da taxa de manutenção estará diretamente influenciada pelos itens que compõem o condomínio. Verifique se todos os aparelhos estão funcionando e se os valores são compatíveis com o que lhe é oferecido.

Pagar por um salão de jogos sem opções de entretenimento ou por um espaço gourmet que só existe como espaço pode encarecer seus gastos, pode fazer da compra do seu apartamento um negócio não tão bom assim.

Comprar apartamento usado costuma ser um grande negócio. Para que essa expectativa se cumpra, é preciso tomar esses cuidados básicos e conter a ansiedade de fazer negócio o quanto antes, com medo de perder a oportunidade.

Você já buscou apartamento usado para comprar? Conhece alguém que fez bom negócio adquirindo um imóvel nesta condição? Conte para nós nos comentários!

Fonte: Viva Real

3 dicas para comprar um apartamento usado

Comprar um apartamento usado pode significar um excelente negócio para o seu comprador por diversos motivos – entre eles, pode ser mais barato comparado com um mais novo na mesma região. Também pode ser um imóvel grande, diferente da maioria dos apartamentos mais novos, e isso é uma grande vantagem para muitas famílias.

Outro benefício comum do apartamento usado é que o bairro deste imóvel geralmente já é uma região consolidada, diferente de quando se aposta na valorização ou na revitalização de um local.

Mas é preciso tomar cuidado, verificar possíveis problemas que só poderão aparecer depois que você fechar negócio e aí será tarde. Para isso, atente-se às dicas abaixo!

1. Conheça o entorno do prédio antes de comprar o apartamento
Para comprar um apartamento, quase todos os anúncios mostram brevemente os ambientes, e no máximo as áreas comuns como salão de jogos, piscina e demais itens de lazer.

Para ter informações a respeito do bairro, você pode até utilizar a internet. Será possível ver imagens do comércio e da vizinhança, mas, para conhecer e formar sua opinião a respeito, precisará ir até o local.

E não aquelas duas ou três visitas programadas com o corretor para conhecer o apartamento, mas, sim, ir até o local à noite, fazer trajetos até os pontos de ônibus, conhecer o tráfego em diferentes horários, etc.

Fazendo isso, aumentam suas chances de conhecer os pontos negativos e positivos do bairro e incluí-los na sua avaliação particular para comprar apartamento usado.

2. Conte com apoio profissional para buscar defeitos ocultos
Ao avaliar a compra de um apartamento, usado ou novo, você deverá antes de assinar o contrato, realizar a vistoria do imóvel para verificar se o mesmo encontra em plenas condições de ser habitado e se possíveis defeitos ocultos não possam comprometer o local, quando você estiver morando com sua família.

Muitas vezes, quem não é acostumado com a análise de imóveis não consegue perceber diferenças entre uma rachadura e uma trinca na estrutura do apartamento. Com isso, a vontade de comprar pode trair nessa hora.

Por isso, se possível, conte com o avaliação de um profissional nessa etapa. Ele será capaz de ter uma visão técnica a respeito do apartamento que você deseja morar e poderá demonstrar se é ou não um bom negócio.

Se você não encontrar ou não puder pagar pelo valor de uma avaliação profissional, pode pedir a ajuda de um amigo com mais experiência. Você só não pode comprar o apartamento sem fazer a vistoria e solicitar ao vendedor reparos se forem precisos.

3. Avalie as condições do condomínio onde está o apartamento
De nada adianta você se encantar com um apartamento para compra se ele estiver no último andar de um prédio com 10 andares que possui um elevador quebrado. Ou cuja vaga de garagem fica entre duas colunas que riscam a porta do seu carro a cada nova manobra.

Lembre-se que toda a área comum faz parte da sua nova propriedade e o valor da taxa de manutenção estará diretamente influenciada pelos itens que compõem o condomínio. Verifique se todos os aparelhos estão funcionando e se os valores são compatíveis com o que lhe é oferecido.

Pagar por um salão de jogos sem opções de entretenimento ou por um espaço gourmet que só existe como espaço pode encarecer seus gastos, pode fazer da compra do seu apartamento um negócio não tão bom assim.

Comprar apartamento usado costuma ser um grande negócio. Para que essa expectativa se cumpra, é preciso tomar esses cuidados básicos e conter a ansiedade de fazer negócio o quanto antes, com medo de perder a oportunidade.

Você já buscou apartamento usado para comprar? Conhece alguém que fez bom negócio adquirindo um imóvel nesta condição? Conte para nós nos comentários!

Fonte: Viva Real

Apresentado nesta semana, o novo arranha-céu do Zaha Hadid Architects – escritório da premiada arquiteta iraniana Zaha Hadid (1950-2016) – em Nova York está dando o que falar.

Pensado para ocupar o espaço de um prédio de 1950 em Midtown, em Manhattan, o 666 Fifth Avenue usaria a estrutura já existente e adicionaria mais 40 andares, chegando aos 427 metros de altura.

Com formato circular alongado, o projeto abrigaria apartamentos de luxo, um hotel e lojas nos níveis mais baixos. Ainda não se sabe se a construção será aprovada, mas a previsão é que as obras de 12 bilhões de dólares comecem em 2019 e sejam finalizadas até 2025.

Fonte: Casa Claudia

À primeira vista, esta casa parece ter sido abandonada há muito tempo e condenada pela passagem dos anos. Mas a pintura envelhecida e as janelas de madeira escodem uma grande surpresa no interior: uma construção ampla, com ambientes luxuosos e uma decoração requintada, que justificam o valor estimado da casa em US$ 1,6 milhões.

Construída em uma espécie de armazém, a sala de estar, cozinha e sala de jantar foram integradas no mesmo ambiente, enquanto os quartos e banheiros ficaram dispostos no piso superior. Confira as imagens do projeto e prepare-se para ficar de queixo caído:

Fonte: Casa.com.br

Comprar um lar é o sonho de muitos brasileiros e uma das formas mais utilizadas para isso é utilizar os recursos do Fundo de Garantia por Tempo de Serviço (FGTS) para amortizar parte da dívida ou diminuir a quantidade ou valor das parcelas. No entanto, existem diversas regras para que a transação seja possível e uma delas acaba de mudar.Os financiamentos feitos entre 20 de fevereiro e 31 de dezembro de 2017 que se enquadrem no Sistema Financeiro de Habitação (SFH) poderão incluir imóveis que custem até R$ 1,5 milhão. A mudança visa atingir a classe média brasileira e injetar recursos na construção civil e no mercado imobiliário.O limite anterior, aumentado em novembro de 2016, era de R$ 950 mil para São Paulo, Minas Gerais, Rio de Janeiro e distrito Federal e R$ 800 mil para os demais estados. O novo valor vale para todo o Brasil e contempla apenas imóveis novos.Como funciona o SFH na compra de imóvel novoO SFH é o sistema de financiamento mais utilizado no Brasil e abrange, até dezembro de 2017, imóveis até R$ 1,5 milhão. Até 80% do valor total pode ser financiado, obedecendo algumas regras. O uso do FGTS é permitido e muito utilizado, desde que siga as seguintes normas:O requerente deve ter no mínimo 3 anos de trabalho sob o regime do FGTS;Os contratantes não podem ter outro financiamento pelo SFH ou ser proprietário de imóvel no município que reside ou trabalha;Contrato de trabalho ativo ou com saldo na conta vinculada ao FGTS de, pelo menos, 10% do valor de avaliação do imóvel.Possibilidades de saque do FGTSA mudança ocorre logo após a liberação de saque das contas inativas do FGTS, o que deve ser analisado pelo consumidor que deseja utilizar o recurso para a compra da casa própria. O FGTS pode ser sacado para a aquisição de um imóvel, em caso de algumas doenças, ao ser demitido sem justa causa ou ao se aposentar.Quando o fundo é utilizado para a compra do imóvel, após requisição e autorização, o dinheiro é transferido automaticamente para o vendedor do empreendimento, sem a necessidade do consumidor realizar diversas transações.Com o aumento do valor máximo para utilizar o FGTS como parte do pagamento, é possível que mais brasileiros realizem o sonho da casa própria. Ficou com alguma dúvida? Pergunte nos comentários.

Fonte: Viva Real

Casa rotativa se transforma quando moradores querem

O tempo muda. Às vezes, abrir a janela é essencial, outras vezes não. Fato é que a maioria das construções modernas é tão estática e inflexível a essas variáveis, que a Casa Sharifi-Ha, no Teerã (Irã), recebeu premiação e elogios em seu segmento no World Architecture Festival Awards 2014, quando ficou pronta.

O projeto comandado por Alireza Taghaboni, do escritório iraniano Next Office, tem quartos giratórios na fachada que se abrem para a rua ou se fecham, dependendo da vontade dos moradores – é só apertar um botão.

Pensar no jogo de abertura e fechamento dos volumes é um exercício tradicional na arquitetura iraniana: as temperaturas passam dos 40 graus com facilidade por lá. Por isso, Alireza idealizou caixas revestidas de madeira que pudessem refrescar a casa e trazer a passagem do vento a seu favor, mas também mantê-la aquecida quando o inverno rigoroso se aproximasse.

Encravada em um lote retangular estreito, de boa profundidade, a mansão foi desenhada em quatro partes: a estrutura ao fundo, o vazio de um pátio, volume fixo e móvel, na fachada.

Fonte: Casa Vogue

Com cerca de 67% do mercado de financiamento habitacional, a Caixa tem buscado formas de incentivar o setor, fortemente afetado pela recessão no país

São Paulo – A Caixa Econômica Federal pretende passar a oferecer taxas menores no crédito imobiliário para clientes considerados de menor risco, como os que derem uma entrada maior ou tomarem empréstimos de prazo mais curto, disse nesta quarta-feira o vice-presidente de Habitação do banco estatal, Nelson Antonio de Souza.

Hoje o banco oferece taxas de juros padronizadas para não correntistas.

“Pretendemos ter isso em operação ainda neste primeiro semestre”, disse Souza à Reuters. “Vai ser uma espécie de cadastro positivo: quem oferecer níveis de risco menores poderá ter juros mais baixos.”

Com cerca de 67 por cento do mercado de financiamento habitacional, a Caixa tem buscado formas de incentivar o setor, fortemente afetado pela recessão no país.

O banco estatal federal foi o primeiro a anunciar cortes nas taxas de juros para o setor em novembro, após o Banco Central ter iniciado em outubro um ciclo de cortes da Selic.

Segundo Souza, o banco não pretende promover novos cortes de juros no financiamento imobiliário nos próximos meses apesar da esperada queda da taxa Selic, porque leva em conta outros fatores de risco, como capacidade de pagamento dos tomadores.

“O assunto corte de juros não está em discussão agora na Caixa”, disse.

Segundo o executivo, o banco desembolsou 11,5 bilhões de reais para financiamento imobiliário em dezembro, quase o dobro da média mensal registrada na primeira metade do ano.

Com isso, a Caixa fechou 2016 com cerca de 90 bilhões de reais liberados para o setor, pouco abaixo da meta de 93 bilhões de reais.

“Para este ano, esperamos fazer pelo menos o que fizemos no ano passado”, disse Souza.

Na semana passada, a Associação Brasileira de Entidades de Crédito Imobiliário e Poupança (Abecip) informou que os empréstimos concedidos pelo Sistema Brasileiro de Poupança e Empréstimo (SBPE) no ano passado para compra e construção de imóveis caiu 38,3 por cento ante 2015, para o menor nível desde 2009, refletindo a demanda debilitada por juros altos e o desemprego.

Sem citar valores, o executivo afirmou que cerca de 33 mil pedidos de financiamento habitacional chegaram ao banco em janeiro e estão em processo de aprovação.

Para Souza, um dos fatores que tende a fortalecer o financiamento para compra da casa própria em 2017 é a entrada em vigor das Letras Imobiliárias Garantidas (LIG), um instrumento de captação de recursos para o setor.

Na segunda-feira, o Banco Central abriu consulta pública sobre a LIG até 30 de abril e estimou que o instrumento estará no mercado até o fim do primeiro semestre.

Fonte: Exame.com

Eu não sei você, mas por aqui tá apertado pagar a conta do aluguel todo mês. Parece que o sonho da casa própria tá cada vez mais distante, né não? Para alguns milionários e bilionários desse mundão, porém, as coisas vão bem, sem aperto ou miséria. Esse com certeza é o caso do próximo sortudo que irá fixar residência em uma das mansões mais caras do mundo, localizada em Bel Air, Los Angeles, e com valor estimado em R$ 800 milhões de reais. Apenas R$ 800 milhões. Dá para imaginar essa quantia de grana na sua conta bancária? Complicado, bem complicado. Com 12 suítes, 21 banheiros, três cozinhas – quem precisa de três cozinhas, Deus? -, cinco bares e um cinema para 40 pessoas, a casinha luxuosa ganhou o apelido de “oitava maravilha do mundo”, graças à ostentação de cada metro quadrado da residência. Nada é simples ou humilde, entende?

Além dos cômodos intermináveis, a mansão conta ainda com estacionamento de carros colecionáveis, uma adega repleta de espumantes e champanhes variados, estoque de balas e doces, lounge com piscina infinita e… Ufa! A gente quase não consegue enumerar todas as maravilhas desse lugar. Bruce Makowski é a mente ambiciosa por trás do projeto milionário e explica a quem a casa é destinada. “Essa mansão foi desenvolvida para o bilionário que quer um gostinho do que há de melhor nessa vida”. E que gostinho, hein, vam0s combinar! A construção da residência contou com uma equipe fixa de 250 pessoas e levou 4 anos para ser concluída.

Fonte: virgula.uol.com.br