Em meados do século XIX os paulistas só tinham notícia de que depois de Botucatu e além da serra de Agudos haviam as terras de Bauru, assim chamadas pelos índios Caingangues, que as defendiam valorosamente.

Existem várias teorias para explicação da origem do nome Bauru. Uma das mais aceitas é a defendida por Ismael Marinho Falcão, engenheiro que conviveu durante muitos anos com os índios Caingangues, que habitavam a região. Segundo concluiu, a região era chamada ubauru’, em razão da existência de grande quantidade de uma planta herbácea chamada ubá’, utilizada na confeccão de cestos e balaios, e de uru’, ave rasteira da família das galináceas. Outros defendem que o nome vem de mbai-yuru’, que significa cachoeiras, rio em forte declive; ou de ybá’ e uru’, cesta de frutas; ou ainda de bauruz’, como eram chamados os índios que habitavam as margens do rio Batalha.

A política do governo imperial de incentivar a ocupação do interior do território brasileiro, dando posse a quem requeresse em terras devolutas para desenvolver a produção, estimulou aventureiros e colonos a se embrenharem pelos sertões abrindo fazendas de gado e, no interior da província de São Paulo, para plantar café.

Entre os primeiros a enfrentar a resistência dos Caingangues, penetrando na região de Bauru, seguindo pelo rio Batalha, são lembrados pelos historiadores, Sebastião Pereira e Pedro Francisco Pinto, e mais tarde Mariano José da Costa e João Batista Monteiro.

O processo de ocupação começa a tomar força por volta de 1856, com a chegada de Felicíssimo Antonio de Souza Pereira e Antonio Teixeira Espírito Santo.

Este último faz em 1884 doação de parte de suas terras para obras em honra ao Espírito Santo e a São Sebastião de Bauru. Em torno de uma pequena igreja, construída em 1888, começa a criar corpo o povoado, já então chamado oficialmente Bairro de Bauru.

Os Transportes

Desde a Guerra do Paraguai o governo brasileiro alimentava a idéia de uma ferrovia integrando a província de Mato Grosso à capital Rio de Janeiro. Com o advento da República, a questão dos transportes ganha maior ênfase e em outubro de 1904, acatando parecer do Clube de Engenharia, o presidente Rodrigues Alves assina decreto definindo que o traçado da ferrovia que serviria Mato Grosso partiria “das imediações de São Paulo dos Agudos”. Venceram o argumento da menor distância e o poder de influência da economia cafeeira paulista, em grande expansão.

Não foi fácil convencer os poderes federais de que o melhor traçado para a ferrovia para Mato Grosso seria por Bauru, passando por Campo Grande, até Corumbá. Os governos do Rio de Janeiro e Minas Gerais propunham outros traçados, via Uberaba, Coxim e Cuiabá, e até mesmo pelo norte do Paraná. A régua na prancheta, o avanço da cafeicultura e a vulnerabilidade da fronteira atestada na Guerra do Paraguai foram, entre outros fatores, os que mais pesaram na opção pelo traçado definitivo.

Bauru já era nessa época promissor núcleo habitacional na boca do sertão, com armazém, mercado, bares e movimentação crescente de forasteiros. O anúncio da construção da ferrovia, com a chegada a partir de 1905 de cerca de três mil operários, deram à pequena cidade um crescimento explosivo, com instalação inesperada de lojas e serviços sequer sonhados pelos antigos moradores. Em julho de 1905 chegam a Bauru os trilhos da Estrada de Ferro Sorocabana, ligando a pequena cidade a São Paulo e ao progresso definitivo. No ano seguinte a Estrada de Ferro Noroeste do Brasil, vencida a resistência dos bravos Caingangues, já vai furando o sertão em direção a Mato Grosso.

Em 1906 a cidade ganha seu primeiro jornal, “O Bauru” e a Sociedade Dante Alighieri, seu primeiro centro cultural. Em 1908 recebe a visita do presidente da República Afonso Pena, que vem inaugurar o primeiro trecho da NOB e o serviço telefônico de Bauru. Em 1910, com a chegada da Companhia Paulista de Estradas de Ferro, a cidade passa a ser um dos mais importantes entroncamentos ferroviários do interior do continente.

Com isso Bauru tem traçado seu destino de grande crescimento. Os imigrantes atraídos nos primeiros tempos para tocar as lavouras de café têm agora seus descendentes enriquecendo na nova atividade que passa a se tornar a principal força econômica da cidade: o comércio.

O Crescimento

Os anos vinte são marcados pela instalação das casas bancárias, dos grandes atacadistas, e pelo início dos trabalhos de pavimentação das principais ruas da cidade. Na década de 30 começam a se desenvolver os setores de saúde e educação, enquanto a população cresce vertiginosamente.

No final dos anos 30 Bauru já se destaca como uma das mais importantes cidades do interior paulista. Em 1938 a cidade recebe a visita do presidente Getúlio Vargas. E em 1939 é inaugurada a Estação Ferroviária da NOB, que servindo também às ferrovias Sorocabana e Paulista, tornou-se símbolo da ligação histórica da cidade com o período glorioso da expanão do transporte ferroviário no Brasil.

Nos anos 40, em razão da vigorosa economia, Bauru começa a despontar também entre as cidades paulistas por sua intensa vida social voltada para o lazer, estimulada por animadas feiras e exposições, chics bares e bórdeis, clubes recreativos, esportivos e culturais. Em 1947, nas primeiras eleições municipais após a queda da ditadura Vargas, a prefeitura de Bauru é disputada por nada menos que sete candidatos.

A Casa da Eny foi durante muitos anos um dos estabelecimentos do gênero mais conceituados em todo o interior de São Paulo. A ponto de sua proprietária tornar-se uma das figuras mais populares da região, tendo seu espírito empreendedor reconhecido e festejado por representativas forças econômicas e políticas locais.

Os anos 50 começam com o desenvolvimento de um novo setor, que acabou se tornando uma das características mais marcantes da cidade: o ensino superior. Em 1951 surge a futura Faculdade de Odontologia; em 1952 a Faculdade de Direito; e em 1953 a Faculdade de Filosofia, Ciências e Letras do Sagrado Coração de Jesus.

Em 21 de março de 1954, o público presente no estádio da rua Javari, para assistir uma partida entre o América de Rio Preto e a Associação Desportiva de Araraquara, tem o privilégio de testemunhar, no jogo preliminar, a estréia no Juvenil do Bauru Atlético Club de um garoto alegre e promissor, que os colegas já chamavam carinhosamente de Pelé. O BAC venceu por 10 a 1, com quatro gols de Pelé.

Nos anos 60 e 70 a cidade consolida sua posição entre os principais polos comerciais não só do interior paulista, como de todo o Brasil. Nos anos 80 a economia da cidade é revigorada por forte expansão do setor industrial, enquanto a paisagem urbana muda rapidamente com a proliferação dos arranha-céus.

Nos anos 90 grandes melhorias são implementadas nos setores urbanísticos, inclusive para enfrentar os problemas do trânsito saturado pela circulação de uma média de um carro para cada 3 habitantes, um dos mais altos índices do País.

No ano 2000 a cidade ingressa definitivamente no mundo das novas tecnologias, acelerando a transferência de seus negócios para a Internet, apontada pelos estudiosos como o caminho para a “nova economia”.

Bauru, um dos mais famosos lanches do Brasil, foi criado pelo bauruense Casimiro Pinto Neto, em 1934, no Bar Ponto Chic, em São Paulo, capital.

Sua receita original consta de pão francês sem miolo, fatias de rosbife, queijo derretido, rodelas de tomate e pepino.

A história

Casimiro Pinto nasceu em Bauru-SP, em 5 de abril de 1914. em 1931, ingressou na Faculdade de Direito do Largo de São Francisco. Orgulhoso de sua cidade natal, sempre foi conhecido como “Bauru”.

Juntamente com outros estudantes, artistas e intelectuais, frequentava o restaurante Ponto Chic, no largo do Paissandu. Numa noite, em 1934, procurou o cozinheiro do restaurante e “ditou” a receita de um sanduíche: pão francês, aberto e sem miolo, uma porção de queijo derretido em banho-maria, fatias de rosbife, rodelas de tomate cru e pepino (picles).

Segundo Casimiro, essa receita incluia os elementos básicos de um lanche equilibrado em albumina, proteína e vitamina, conforme ele havia lido em uma cartilha sobre alimentação.

Na mesma noite, outros frequentadores pediram o novo sanduiche, dizendo que queriam um “igual ao do Bauru”. Nascia um dos mais famosos lanches do Brasil e também conhecido em outros países.

A receita

Pão francês aberto, sem miolo

Uma porção de queijo mussarela,
derretido em banho-maria

Fatias de rosbife

Rodelas de tomate

Rodelas de pepino (picles)
Sal e orégano a gosto

Mais historia

História
Fundação/aniversário: 1 de agosto de 1896 (113 anos)
Após 1850, na procura de novas terras para ocupação e colonização, pioneiros paulistas e mineiros começam a explorar a vasta região situada entre a Serra de Botucatu, o Rio Tietê, o Rio Paranapanema e Rio Paraná, até então habitado por grupos de índigenas Kaingang.

Em 1856 Felicíssimo Antonio Pereira, provindo de Minas Gerais, adquire terras e estabelece próximo ao atual centro de Bauru a Fazenda das Flores. Anos depois, em 1884, essa fazenda (também chamada de Campos Novos de Bauru) teria parte de sua área desmembrada para a formação do arraial de São Sebastião do Bauru.

O distrito progride, mesmo sujeito a ataques dos nativos Kaingang e relativamente isolado do resto do Estado, e torna-se distrito de Agudos em 1888. A chegada de migrantes oriundos do leste paulista e de Minas Gerais leva à emancipação do município em 1 de agosto de 1896.

O novo município sobrevive do cultivo do café, mesmo tendo terras mais fracas e inférteis que o restante do estado. Em 1906 é escolhido como ponto de partida da ferrovia Noroeste do Brasil, ligando o município a Corumbá e à Bolívia.

Durante a primeira metade do século XX Bauru torna-se o principal pólo econômico da vasta região compreendida pelo Oeste Paulista, Norte do Paraná e Mato Grosso do Sul.

Bauru recebeu nas primeiras décadas do século XX levas de imigrantes de várias partes do mundo, com destaque para os italianos, espanhóis, portugueses e japoneses. O entroncamento rodo-ferroviário no qual se situa, fez atrair ainda imigrantes sírios, libaneses, alemães, franceses, chineses e judeus de diversas nacionalidades. Mais recentemente, passou a receber bolivianos, argentinos, chilenos, palestinos e norte-americanos, tornando-se uma dos municípioss mais cosmopolitas do Interior Paulista.

Este aspecto do cosmopolitismo bauruense é denotado ainda hoje pelas diversas instituições de origem imigrante existentes no município, entre elas a Associação Luso-Brasileira (AALB), o Clube Nipo-Brasileiro, a Associação Cultural Dante Alighieri, o antigo Cine Capri, a Associação Cultural Miguel de Cervantes, o Tenrikyo, o extinto Fuentes, o hospital Beneficência Portuguesa de Bauru, a Festa das Nações e o próprio eixo urbanístico denominado Nações Unidas, integrado por avenidas, parque com lago e anfiteatro, várias praças etc.

Assinale-se, ainda, a presença das praças Portugal, Itália, Espanha, Alemanha, Líbano e Palestina, bem como a localização da Prefeitura Municipal na Praça das Cerejeiras, inaugurada na década de 1970 pelo então príncipe Akihito (que em 1989, tornou-se imperador do Japão), em homenagem à imigração japonesa para a região de Bauru.

Entre 1970 e o início do século XXI a decadência da ferrovia, aliada ao crescimento de municípios como Marília, Presidente Prudente e Araçatuba levam a uma redução do crescimento econômico do município. Porém, a existência de um forte setor de serviços, a presença de universidades e a localização privilegiada em um grande entroncamento rodo-ferroviário fazem com que Bauru ainda seja o principal pólo econômico do Oeste Paulista.

Em 11 de março de 1999, uma subestação de energia elétrica da CESP, localizada no município, iniciou o Blecaute de 11 de Março de 1999, o maior registrado no Brasil, que durou mais de cinco horas.

História do nome
Existem algumas hipóteses para explicar a origem do nome do município. Uma das mais aceitas foi proposta por Ismael Marinho Falcão, que viveu durante muitos anos com os índios Kaigang, que habitavam essa região.

Automóvel Clube de Bauru.De acordo com Ismael, a região era conhecida como ubauru, devido à abundância de uma erva denominada ubá, usada para confeccionar cestas, e uru, uma ave parente da galinha.

Outras hipóteses dizem que o nome teria vindo de mbai-yuru, que quer dizer “queda de água” ou “rio de grande inclinação”, ou ybá-uru, que quer dizer “cesta de frutas”, ou bauruz, que era como os índios que habitavam as margens do rio Batalha eram conhecidos.

Teodoro Sampaio dizia que Bauru é corrupção de “upaú-ru”, ou “upaú-r-y, designando rio da lagoa. Do Tupi: de “Upá” ou “Upaú”, lago, lagoa, água represada, e “U”, o mesmo que “I”, água corrente, rio, líquido, etc.

Segundo o historiador Correia das Neves, em seu livro “No velho Bauru”, o “r” entrou por eufonia, considerando esse o nome que melhor traduz e exprime a o significado da palavra Bauru na língua tupi.

Pessimismo com mercado imobiliário diminui mas descontos batem recorde

O mercado imobiliário brasileiro apresentou uma melhora no segundo trimestre para aqueles que pretendem adquirir um imóvel. Segundo a pesquisa do Raio-X FipeZap, o percentual médio de descontos nos últimos 12 meses atingiu o maior patamar da série histórica, alcançando 9,4% em junho. Em maio, o percentual era de 9,2% e, há um ano, era de 6,7%. O percentual mostra que há espaço para negociação e o comprador está levando a melhor.

Menos investidores em imóveis

O levantamento também apontou que, entre os que compraram imóveis nos últimos 12 meses, a maioria (59%) possui intenção de moradia, enquanto 41% o fizeram buscando investimento, sendo 23% para alugar e 18% para revender. Trata-se do menor nível histórico de investidores da pesquisa, o que coincide com as perspectivas ainda negativas para os preços no curto prazo. Com relação ao futuro, o Raio-X FipeZap registrou que, no segundo trimestre deste ano, 44% das pessoas consultadas pretendem comprar um imóvel nos próximos 3 meses, mesmo percentual do trimestre anterior e acima dos 42% do segundo trimestre de 2015.

Maioria ainda vê queda nos preços

A expectativa do consumidor para o preço dos imóveis registrou nova melhora no segundo trimestre do ano. Do total de entrevistados que pretendem comprar imóveis, 51% acreditam que os preços devem cair nos próximos 12 meses, uma queda de 5 pontos percentuais em relação ao primeiro trimestre. Os que acham que o preço vai cair, porém, ainda são maioria.No mesmo levantamento, 49% têm expectativa de que os preços devem ao menos acompanhar a inflação.

Desaquecimento continua

Mesmo com a melhora das expectativas, a conjuntura atual do setor segue desafiadora, com o mercado imobiliário ainda sofrendo com o processo de desaquecimento, diz a Fipezap em relatório. Entre o primeiro e o segundo trimestre de 2016, a parcela de pessoas com pretensão de adquirir imóveis nos próximos 3 meses que classificava os preços atuais como “altos ou muito altos” recuou de 73% para 70%.

Já entre aqueles que compraram imóveis recentemente, pouco mais da metade (53%) qualificavam os preços como “altos ou muito altos”, o que representa uma queda de 4 pontos percentuais frente aos 57% registrados no primeiro trimestre de 2016.

Publicitário faz paródia de clipe de Sia para vender apartamento

Quer vender seu apartamento? Tenha uma boa ideia como a do produtor cinematográfico Cássio Regal. Para anunciar a venda do seu imóvel em Águas Claras, ele não se limitou aos clichês do mercado imobiliário e escolheu a cultura pop para convencer os compradores ao fazer uma paródia do clipe da música Chandelier, sucesso da cantora Sia. “Como o imóvel ficou em mãos de corretores e havia a necessidade de vendê-lo rápido, pensei em criar a paródia para agilizar a venda”, afirma o empresário.

Vendo apartamento Águas Claras DF – Cassio Regal SIA from cassioregal on Vimeo.

Quadros para decorar

Se você já parou para pensar a decoração da sua sala de estar ou de jantar sabe que a tarefa pode não ser fácil, mas é muito gostosa. Entre um dos detalhes que mais podem mudar a cara e a sensação do ambiente estão os quadros para sala.Os quadros para sala na parede podem ser de um artista admirado pelos moradores, fotos de viagens ou ainda paisagens de lugres que se deseja visitar. Não importa o motivo, o ideal é combinar as cores, formas e estilo com o restante da decoração da sala. Mesmo que os estilos e cores sejam diferentes, usar molduras parecidas e harmoniosas pode salvar a composição da sua sala.Veja as dicas que separamos e se inspire, pendure seus quadros para sala e chega de paredes brancas.

Aluguel de imóveis durante a Olimpíada pode aliviar as contas

Um imóvel, um cômodo ou uma cama. Proprietários de espaços vazios na cidade podem ganhar uma renda extra, oferecendo hospedagem em sites de aluguel por temporada — como o Zap Imóveis e o Airbnb —, para o mês que vem. Nem é necessário que o endereço seja localizado numa região tradicionalmente turística. Durante os Jogos Olímpicos, novas áreas se tornarão atraentes para os visitantes por conta das competições espalhadas pela capital.

— Os Jogos estarão distribuídos. Grande parte não acontecerá na região mais nobre da cidade. Haverá muitas disputas na Zona Norte — disse Eduardo Schaeffer, CEO do ZAP.

Segundo ele, os anúncios dos aluguéis devem resssaltar os pontos de interesse próximos aos imóveis. Odair Jesus, de 65 anos, fez isso em sua publicação. Ele pretende alugar um apartamento na Tijuca, na Zona Norte do Rio:

— Fica perto do estádio do Maracanã, além das estações de trem e metrô — afirmou.

Quem quer aproveitar a chance pode formular contratos por temporada, de acordo com a professora da Direito do Consumidor da Mackenzie, Maria Leonor.

— É um contrato de locação especial, que não deve ultrapassar 90 dias. Pode citar todos os bens que compõem o imóvel, incluindo os utensílios de cozinha. É uma proteção para os dois lados — disse ela.

Fonte: Extra.com.

Mercado Imobiliário é opção segura em tempos de crise

Investir no mercado imobiliário tem sido muito questionado atualmente. Com a taxa básica de juros nas alturas e com a expectativa de que os imóveis não se valorizem nos próximos anos, comprar um apartamento para obter renda não tem sido a opção mais procurada pelos investidores, já que aplicações de renda fixa como os CDBs (Certificados de Depósitos Bancários) podem render bem mais do que o aluguel com risco mais baixo.Mas perspectivas de queda da inflação e de diminuição das taxas de juros no médio prazo podem fazer com que valha a pena voltar a pensar em investir no mercado imobiliário.

É o que diz o advogado especialista em investimentos imobiliários, Alexandre Latorre. Embora haja um certo pessimismo atualmente, ele acredita que para quem pensa no longo prazo pode fazer bons negócios. “Esse pessimismo pode ser uma oportunidade, um bom momento de compra. Há uma diminuição do ritmo de lançamentos, o que poderá refletir em uma escassez de oferta futura e consequentemente, no aumento do valor do imóvel”, acredita.Você pode ganhar até 50% a mais com seus investimentos; veja como melhorar

Latorre afirma que com a crise no setor, é possível comprar imóveis a preços atrativos, principalmente para quem tem dinheiro e tempo para negociar e pechinchar. “O imóvel é para mim o instrumento mais eficaz de perpetuação do capital. Nos CDBs é muito difícil a pessoa ter disciplina para manter o dinheiro”, afirma.Dentre as oportunidades disponíveis, ele cita a aquisição de imóveis físicos, que estão com preços deprimidos e baixa demanda atualmente, e os fundos imobiliários, que também mostram-se vantajosos a longo prazo por terem potencial de valorização das cotas caso as taxas de juros sejam reduzidas. Além disso, o especialista sugere a locação de imóveis por temporada: “O surgimento de sites como Airbnb, TripAdvisor e AlugueTemporada facilitou a exploração comercial desses imóveis com a consequente elevação da taxa de ocupação e renda dos proprietários. É um nicho interessante, mas que exige uma maior dedicação do investidor”.Alguns riscos, porém, devem ser lembrados na hora de se investir em imóveis.

Em primeiro lugar, o investidor deve lembrar que ao comprar um imóvel físico ele perde a liquidez – ou seja, se se precisar do dinheiro com urgência pode ser uma tarefa árdua conseguir vender o bem e você pode precisar aceitar um deságio razoável.A localização da propriedade também deve ser levada em consideração na hora da compra. “O investidor precisa tomar cuidado com a localização dos imóveis. Cidades com a exploração do Pré-Sal (petróleo) tendem a sofrer mais com as taxas de vacância.

O Rio de Janeiro, por exemplo, é um mercado que tem sofrido mais do que o de São Paulo”, diz o advogado.No caso dos fundos imobiliários, por exemplo, ele lembra que a discussão sobre a taxação do rendimento distribuído encontra-se adormecida porque o governo atual não conseguiu aprovar o aumento de imposto. Mas segundo ele, com uma possível mudança de governo, esse assunto teria um impacto relevante, uma vez que a renda sofreria com um decréscimo correspondente ao imposto de 15% ou 17%, acarretando também na redução do valor das cotas.

Fonte: Infomoney

O cantinho perfeito do verão

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Projetada para harmonizar com o ambiente de fazenda, esta charmosa casa de 25 metros quadrados é repleta de detalhes pastoris. Dos canteiros de flores de metal ao espaçoso interior, aqui em Pt. Reyes, na Califórnia, você vai estar sempre em clima de interior. Na verdade é até difícil imaginar um lugar mais aconchegante.Criada pela Richardson Architects, a casa pode abrigar um grupo grande de crianças em um acampamento de verão. A varanda, com vários bancos, uma mesa, cadeiras e um quadro gigante oferecem muitas oportunidades para atividades aqui! Confira mais detalhes abaixo:

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A cozinha se tornou a nova sala de estar, receber convidados e preparar as refeições na cozinha virou sinônimo de bem-estar e diversão. A cozinha antes comportava somente os itens básicos para uso, entretanto hoje vemos uma onda de cozinhas planejadas para cada tipo de família e uso. Ter uma cozinha planejada hoje é essencial para otimizar o espaço da cozinha, além de manter os itens importantes para o uso com sofisticação.

 

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Caixa tem lucro de R$ 838 milhões no 1º trimestre de 2016

No primeiro trimestre de 2016, a CAIXA alcançou lucro líquido de R$ 838,7 milhões, aumento de 31,7% se comparado ao trimestre anterior. O resultado operacional no trimestre foi de R$ 385,3 milhões, mostrando elevação em relação aos dois últimos trimestres de 2015.

O índice de inadimplência caiu 0,04 ponto porcentual e encerrou o primeiro trimestre em 3,51%, abaixo da média de mercado, de 3,55%. Em março de 2016, 90,0% da carteira de crédito da CAIXA estava classificada nos ratingsde melhor qualidade, de AA-C.

As despesas com provisão para crédito de liquidação duvidosa diminuíram em 24,2% em 12 meses e 3,6% em relação ao trimestre anterior, totalizando R$ 3,8 bilhões, refletindo o contínuo aprimoramento nos modelos de riscos e nas políticas de recuperação de crédito.

A margem financeira gerencial atingiu R$ 11,5 bilhões ao final de março de 2016, evolução de 9,9% em relação a março de 2015, impactada, principalmente, pelo aumento nas receitas de crédito em 14,9% e pela redução das despesas de captação em 0,2%, no período de 12 meses.

As ações para racionalização de gastos e aumento da produtividade, iniciadas em 2015, geraram reduções de 3,6% nas despesas de intermediação financeira, 8,1% nas despesas com pessoal e de 2,9% nas outras despesas administrativas em relação ao quarto trimestre de 2015. Com isso, os índices de cobertura de despesas de pessoal e administrativas apresentaram melhoria e aumentaram, respectivamente, 3,8 p.p. e 2,7 p.p. no trimestre, chegando a 106,5% e 67%. O índice de eficiência operacional apresentou redução de 0,2 p.p. em 12 meses, alcançando 53,4% ao final de março de 2016.

A ampliação do relacionamento com os clientes gerou aumento de 8,3% nas receitas com prestação de serviços e tarifas bancárias no primeiro trimestre de 2016, quando comparado ao mesmo período de 2015. Os principais destaques foram as receitas com cartões, cobrança bancária e administração de fundos de investimento, que cresceram, respectivamente, 13,2%, 12,4% e 9% em 12 meses.

A carteira de crédito ampla avançou 9,2% em 12 meses e 0,7% no trimestre. O saldo alcançou R$ 684,2 bilhões, representando 21,5% do mercado, aumento de 1,2 p.p. em 12 meses. O crédito habitacional continuou a ser o principal destaque, com ampliação de 9,8% em relação ao primeiro trimestre de 2015, e de 1,2% no trimestre. A carteira de financiamento imobiliário alcançou saldo de R$ 388,9 bilhões e 66,9% de participação no mercado.

As operações comerciais com pessoas físicas e pessoas jurídicas totalizaram R$ 198,1 bilhões, alta de 3% em 12 meses. O destaque foi o crédito consignado, que cresceu 12,1%, fechou o mês de março com saldo de R$ 60,5 bilhões e participação no mercado de 21,7%, ganho de 0.9 p.p em 12 meses.

As operações de saneamento e infraestrutura apresentaram, no trimestre, saldo de R$ 73,1 bilhões, avanço de 21,5% em 12 meses.

O crescimento das operações de habitação, saneamento e infraestrutura e consignado responderam por 94,6% da evolução da carteira de crédito da Caixa, o que reforça seu perfil de baixo risco.

As captações totais da Caixa alcançaram saldo de R$ 921,1 bilhões no primeiro trimestre de 2016, com crescimento de 8,2 % em 12 meses, e em volume suficiente para cobrir 134,6% da carteira de crédito. A evolução no saldo foi influenciada, principalmente, pelos acréscimos de 18,3% no CDB, 14,8% nas letras de crédito imobiliárias, 10,9% nas emissões internacionais e 14,9% em Empréstimos e Repasses.

Os depósitos tiveram crescimento de R$ 29,9 bilhões em 12 meses, totalizando R$ 450,3 bilhões em março de 2016. A poupança, com saldo de R$ 238,4 bilhões, continua sendo a fonte de recursos mais importante da Caixa.

Ao final do primeiro trimestre de 2016, a Caixa tinha mais de R$ 2,1 trilhões em ativos administrados, aumento de 12,6% em 12 meses e 2,8% no trimestre, impulsionado principalmente pelos ativos próprios, que apresentaram crescimento nominal de R$ 163,1 bilhões e alcançaram R$ 1,2 trilhão, avanço de 15,1%.

Em três meses, a Caixa injetou R$ 170,3 bilhões na economia brasileira por meio de contratações de crédito, distribuição de benefícios sociais, investimentos em infraestrutura própria, remuneração de pessoal, e destinação social das loterias, entre outros.

A base de clientes da instituição alcançou 83,5 milhões de correntistas e poupadores em março de 2016, alta de 4,6% em 12 meses. A carteira de pessoas físicas atingiu 81,2 milhões, e a de pessoas jurídicas, 2,3 milhões.

Fonte: http://www.brasil.gov.br/