Taxa de juros para financiamento de imóveis é reduzida pela Caixa

Saiba como ficou o percentual da taxa de juros para financiamento em cada um dos sistemas da Caixa Econômica Federal.

A Caixa Econômica Federal, responsável pelo maior número de financiamentos de imóveis do Brasil, anunciou redução das taxas de juros. Os novos valores mudam de acordo com o sistema utilizado e varia também se a pessoa é servidor público e correntista do banco. O financiamento é uma das questões que mais pesam para os brasileiros no processo de compra de um imóvel. Esse é um dos motivos pelo qual a notícia é bem-vinda por quem está em busca de uma residência, já que as altas taxas de juros podem adiar o sonho de comprar a casa própria.

Os novos números das taxas de juros começaram a valer desde o dia 9 de novembro. Os sistemas de financiamento da Caixa são o SFH (Sistema Financeiro Habitacional) e SFI (Sistema Financeiro Imobiliário), sendo o primeiro o mais popular. Para saber qual taxa de juros será aplicada ao financiamento do imóvel, os compradores precisam entender em qual sistema ele se enquadra e analisar o seu próprio perfil. Além desses dois pontos, deve ser feito o cálculo do financiamento junto ao banco para entender melhor como os juros pode se tornar vantajosos no decorrer do pagamento.
Taxa de juros para financiamento no SFH

Para a aprovação do financiamento no Sistema Financeiro Habitacional o valor do máximo do imóvel deve ser de R$ 750 mil em São Paulo, Minas Gerais, Rio de Janeiro e Distrito Federal e R$ 650 mil nos demais estados do País. Todas as taxas tiveram redução de 0,25 ponto percentual. Os juros para financiamento mais baixos continuam sendo para os servidores públicos que recebem o pagamento do salário pela Caixa Econômica. Antes o valor estava em 10% e com a atualização caiu para 9,75%. Veja como ficou:

Queda de 10% para 9,75% ao ano para servidores públicos que recebem salário na Caixa;
Redução de 10,5% para 10,25% ao ano para servidores públicos;
Diminuição de 10,5% para 10,25% ao ano para clientes do banco;
Queda de 11% para 10,75% ao ano para clientes sem conta corrente na Caixa;
Para os não clientes da Caixa, a redução foi de 11,25% para 11% ao ano.

Valor de taxa de juros para financiamento no SFH

Para os financiamento que não entram no perfil do SFH, a Caixa possui o SFI. Ele ajuda a nortear custos para grandes instituições e investidores. Todos os valores da taxa de juros também caíram 0,25 pontos percentuais. Os juros mais baixos continuam sendo para os servidores públicos que recebem salário na Caixa. Veja como ficou:

Queda de 11% para 10,75% ao ano para servidores públicos que recebem salário na Caixa;
Redução de 15,5% para 11,25% ao ano para servidores públicos;
Diminuição de 11,5% para 11,25% ao ano para clientes do banco;
Queda de 12% para 11,75% ao ano para clientes sem conta corrente na Caixa;
Para os não clientes da Caixa caiu, de 12,5% para 12,25% ao ano.

Outra novidade no financiamento

Junto a redução da taxa de juros para financiamento, a Caixa também anunciou outra medida. O foco é o mercado de imóveis populares e de baixo custo, tanto os novos quanto os usados. Nesse caso, o banco diminuiu o valor do financiamento no Sistema Brasileiro de Poupança e Empréstimo (SBPE) de R$ 100 mil para R$ 80 mil. As taxas de juros para financiamento diminuem por conta da redução da Selic, a taxa básica de juros do Brasil, e das projeções de queda ainda maiores.

No País, a Caixa é a maior financiadora imobiliária. Outros bancos tendem a seguir a mesma linha e também podem vir a diminuir as taxas de juros aplicadas para a compra de imóveis usados, novos e na planta. No ano passado, a Caixa realizou diversos aumentos das taxas de juros. As reduções dos valores ajudam a fomentar ainda mais o mercado imobiliário e estimular o setor da construção civil brasileira.

O que você achou da redução da taxa de juros? Em sua busca, a taxa de juros foi um grande fator decisivo para decidir sobre a compra da casa dos sonhos? Deixe sua opinião nos comentários!

Mulheres e decisão da compra de imóvel: o que elas priorizam?

As mulheres estão liderando as preferências e a escolha do imóvel da família. Segundo a pesquisa sobre o perfil de busca do público feminino, realizada pelo VivaReal em setembro com consumidores de todo o Brasil, 65% das mulheres casadas estão em busca da compra de imóvel, enquanto 28% estão procurando por aluguéis.

Esses números mostram que o público feminino está cada dia mais ativo e presente na decisão final de onde e como morar. Mas quais são os pontos e detalhes que a mulher prioriza na hora de bater o martelo e escolher um lugar para morar?

Neste texto você vai descobrir quais são esses pontos que influenciam na escolha do imóvel pela mulher para a família, de acordo com a nossa pesquisa. Confira!

Segurança

Os dados apontam que 77% das mulheres casadas e em união estável consideram a segurança um ponto muito importante na hora de se decidir.
Supermercados

Outro fator relacionado à localização fica por conta da proximidade do imóvel a supermercados. A facilidade para chegar a esse tipo de comércio foi citada por 66% das mulheres como um fator muito importante na hora de escolher o imóvel.
Vias de acesso

A proximidade das vias de acesso facilita e ajuda a economizar tempo na hora de se locomover, principalmente nas grandes cidades. Pode parecer que não, mas trafegar por ruas pequenas entre os bairros pode comprometer muito o tempo do trajeto até o trabalho ou até a escola das crianças.

66% das mulheres em uma união estável ou casadas responderam que esse é um fator muito importante para a decisão de compra.
Proximidade ao trabalho

Uma pesquisa realizada pelo Ibope em 2016, encomendada pela Rede Nossa São Paulo, trouxe dados alarmantes relacionados ao tráfego para a capital paulista. Em média, o motorista paulistano passa 45 dias no trânsito por ano.

Entre os trajetos que fazem parte dessa estatística, está o deslocamento entre casa e trabalho, feito todos os dias pela maioria das pessoas, de carro ou de transporte público.

O tempo gasto no trânsito que poderia ser aproveitado para ir para a academia, ficar com a família ou fazer um curso já preocupa as mulheres. Por isso, 47% das mulheres casadas ou em união estável destacaram que a proximidade da moradia ao trabalho é um fator muito importante, enquanto 19% delas constataram que é um fator importante.
Instituições de ensino

É fato que a entrada e o aumento da incidência das mulheres no mercado de trabalho fazem com que elas procurem cada vez mais por especializações, cursos de graduação, cursos de extensão, mestrados e doutorados para evoluírem na carreira e atingirem seus objetivos profissionais e pessoais. E morar próximo a instituições de ensino pode ajudar muito na hora de estudar e se aprimorar.

Pensando nisso, 48% das entrevistadas consideram ser muito importante viver próximo a alguma instituição, enquanto 18% consideram importante. Outro fator que pode interferir nessa escolha é a distância da casa até a escola dos filhos para facilitar e tornar o deslocamento mais seguro para toda a família.
Parques e praças

O lazer e a prática de exercícios físicos estão entrando no dia a dia da família, assim como os passeios aos finais de semana. Seja para correr, caminhar ou passar um tempo com a família ao ar livre, a mulher considera importante morar perto de regiões com parques e praças.

65% das entrevistadas garantiram que esse fator é importante ou muito importante para a busca de um novo imóvel.
Preço do imóvel

Saindo do quesito localização e entrando em questões gerais, o preço do imóvel é o campeão quando se trata de fatores que o público feminino leva em conta antes de fechar a compra. 80% delas acham que essa é uma questão muito importante na hora de escolher o imóvel.
Fotos do anúncio

Segundo a pesquisa do VivaReal, as fotos do anúncio fazem toda a diferença na decisão de compra do público feminino. 75% das mulheres consideram muito importante que o anúncio tenha boas fotos para que possam se interessar por ele.
Localização exata

É muito recorrente que o vendedor do imóvel coloque apenas a região em que ele está localizado, não sendo preciso ao informar a rua ou bairro em que se encontra. Isso, para a mulher, pode ser um fator que leva ao desinteresse.

70% das mulheres casadas ou em uma união estável afirmou ser muito importante que o vendedor ofereça a localização exata do imóvel.
Dicas de negociação

Além de estar atenta aos detalhes da localização e ao anúncio do imóvel, 65% das mulheres também consideram anúncios que tenham dicas de negociação como um fator muito importante na hora da escolha da nova casa ou do apartamento.
Valor do imóvel e valor da região

Certamente, quem procura por um lugar para morar pesquisará os valores de toda a região em que há interesse em morar. As mulheres consideram esse ponto muito importante, já que 63% delas ressaltaram essa relação na hora de decidir por um imóvel.
Metragem

A pesquisa aponta que grande parte das mulheres quer um imóvel maior, já que se preocupam com o bem-estar e o conforto de todos os membros da família — que pode aumentar. Por isso, 82% do público feminino considera importante ou muito importante a metragem do espaço.

Fato é que a compra de imóvel é, cada dia mais, uma decisão tomada pelas mulheres, que buscam uma solução para que todos tenham conforto aliado à praticidade e qualidade de vida. Para isso, a escolha de um bom imóvel é imprescindível.

As preocupações com os filhos e com o tempo que podem economizar, tendo comércios e alguns pontos de interesse próximos, são tão importantes quanto o anúncio do imóvel e o tipo de negociação. Isso tudo comprova que a busca pela qualidade de vida está sempre presente na prioridade da mulher.

Se você é mulher e está querendo alugar ou comprar um imóvel, o que prefere priorizar na busca? E você, homem, qual sua experiência na busca de imóveis? Comente!

Fonte: Viva Real

Gigante imobiliário investirá em Bauru

Em tempos desafiadores, uma boa notícia para Bauru: a Cyrela, uma das maiores incorporadoras do Brasil, com mais de 52 anos de experiência em empreendimentos construídos em todo o País, lançará loteamento residencial de alto padrão em área nobre da cidade.

Em uma época em que os brasileiros desejam a retomada da atividade produtiva no País nos mais diversos setores, os bauruenses ganharam um motivo para comemorar, especialmente neste momento em que o viés do desenvolvimento começa a aparecer com primeiros passos rumo a um novo ciclo. Isso porque uma das maiores empresas do setor imobiliário nacional por meio de seu braço de desenvolvimento urbano, a Cyrela Urbanismo, decidiu investir em Bauru.

Com a estimativa do VGV (Valor Geral de Vendas) próximo dos R$ 70 milhões e sob a chancela do Grupo Cyrela, a cidade ganhará um loteamento residencial fechado situado em área nobre, a zona sul da cidade. O lançamento ocorrerá ainda este ano e a diretoria do Grupo Cyrela tem frequentado a cidade para definir os últimos detalhes.

Após rigorosa e criteriosa pesquisa de mercado, a diretoria do grupo concluiu que Bauru tem potencial enorme de crescimento e desenvolvimento em diversos setores, fatores decisivos para escolher a cidade para construir o empreendimento de alto padrão. É o que destaca Rodrigo Putinato, diretor nacional de vendas da Cyrela.

“A Cyrela escolheu Bauru porque vislumbrou todas as condições para sediar este empreendimento, desde a infraestrutura que a cidade possui até potencial de grandes negócios que podem ser desenvolvidos. A Cyrela Urbanismo busca áreas com histórias e encantos que serão traduzidos para loteamentos completos, que apresentam conceito de lazer exclusivo, qualidade construtiva e integração com o verde, nossas marcas registradas.”, enfatiza Putinato.

Sobre o Grupo Cyrela

Nós somos a Cyrela e queremos estar sempre perto de quem pensa longe. Nosso grupo é feito por pessoas e para pessoas. Somos mais de 8.000 colaboradores dedicados a construir projetos e relações. Todos os dias, e a cada entrega, garantimos engenharia de alto padrão e transparência. Hoje, são mais de 200 mil famílias vivendo em lares que construímos. E este número cresce junto com todos que acreditam e investem em nossa empresa. Isso porque, há 50 anos, trabalhamos com ética, responsabilidade e coragem. Assim, mais do que solidez financeira, entregamos resultados. Mais do que empreendimentos, entregamos constante inovação.’

Sobre a Cyrela Urbanismo

A Cyrela Urbanismo é a marca que, desde 2006, desenvolve os loteamentos do Grupo Cyrela em todo o Brasil. Buscamos áreas com histórias e encantos que serão traduzidos para loteamentos completos, que apresentam um conceito de lazer exclusivo, qualidade construtiva e integração com o verde que surpreendem. Uma marca que agrega valor onde está presente. Todos os detalhes são bem pensados para valorizar as características naturais de cada área, única como cada historia que acontecerá em um Cyrela.’

O diretor da Cyrela destaca, ainda, que os principais objetivos do grupo ultrapassam a mera entrega de empreendimentos. “Nosso maior objetivo é o de encantar o cliente. Queremos conquistá-lo, assim como, seus amigos, filhos e netos”, sustenta Putinato.

O Grupo Cyrella acredita que, especialmente em um cenário difícil, embora transitório, como o vivenciado pelo País, a solidez financeira aliada à excelente conceituação do projeto e à qualidade construtiva são fatores primordiais para o sucesso dos futuros negócios.

Casarão na Paulista é o imóvel com aluguel mais caro de São Paulo

Conhecido pela decoração natalina, o casarão em estilo suíço no número 1811 da Avenida Paulista é o imóvel com o aluguel mais caro da cidade. Vazio desde agosto, quando o banco Itaú fechou uma agência, está sendo anunciado para locação por 500 000 reais ao mês.

Construído por volta de1890 pelo engenheiro Joaquim Eugênio de Lima, criador da via mais famosa da capital, foi doado em 1903 a seu genro Álvaro Gomes da Rocha Azevedo, que batiza a via lateral e se tornou prefeito em 1919. A casa tem onze cômodos e hoje pertence à família do comerciante Wajih Hannud, morto em 1999.

Curiosidades:
*60 milhões de reais é o valor estimado do imóvel, caso seja posto à venda
*28 000 reais custa a locação diária do espaço para a realização de eventos
*1890 é o ano aproximado da construção do casarão, por Joaquim Eugênio de Lima

Fonte: Veja SP

Como deixar uma casa alugada com a sua cara?

Para decorar uma casa alugada é preciso seguir as regras contidas no contrato de locação. Em linhas gerais, de acordo com a lei do inquilinato, a maioria dos contratos indica que o imóvel alugado deve ser entregue nas mesmas condições em que o locatário o recebeu e com a manutenção em dia.

Mas, se você pensa em fazer algumas alterações, é preciso comunicar ao proprietário do imóvel ou à imobiliária. Vale ressaltar que mudanças que modifiquem ou danifiquem diretamente a estrutura do imóvel são proibidas.

Ainda assim, personalizar sua casa alugada, sem mudá-la completamente, pode lhe render momentos de prazer e conforto para o seu dia a dia. Alguns detalhes fazem toda a diferença e deixam seu lar com a sua cara.

Aposte nas luminárias

rocar as luminárias de sua casa alugada por modelos com design exclusivo e que não exigem alterações na estrutura é o primeiro passo para transformar o ambiente.

Pendentes, lustres, arandelas, luminárias de cabeceira ou até mesmo luminárias de chão podem ser usadas para destacar uma área específica dentro de um cômodo, ou como iluminação principal, deixando o ambiente aconchegante e acolhedor.

Opte por modelos que tenham a ver com seu estilo e que sejam práticas para que possam ser retiradas, caso decida deixar o imóvel. Uma boa dica é investir na versatilidade: abajures cujas cúpulas podem ser trocadas periodicamente são ideais para quem gosta de estar sempre mudando a decoração.

Cortinas e persianas

A iluminação natural das janelas pode ganhar mais cor com cortinas e persianas. Os modelos são os mais variados possíveis e você poderá investir na combinação de estilos nos cômodos.

Caso opte por cortinas, os modelos feitos com tecidos fluidos conferem um ar de leveza ao ambiente. Além disso, mesmo agindo como filtro da luz natural das janelas, a iluminação indireta do cômodo favorece os momentos mais tranquilos.

As persianas, verticais ou horizontais, podem ser encontradas em diversos materiais e reguladas para que bloqueiem totalmente a luz do ambiente, ou direcionem a iluminação natural.

As persianas confeccionadas em fibras naturais costumam ser mais leves e permitem que o ambiente fique ventilado, mesmo quando estão fechadas.

Libere toda a sua criatividade nas paredes da sua casa alugada

Pense nas paredes de sua casa como uma oportunidade excelente para liberar toda a sua criatividade e bom gosto. As opções são:

Papel de parede: São inúmeras possibilidades de cores, estampas e texturas que vão deixar sua casa alugada moderna e com muito estilo. Hoje em dia, os papéis de parede são fáceis de serem limpos, principalmente se você tem crianças que adoram rabiscar as paredes.

Quadros e objetos de decoração: Combinar formas e estilos de molduras de quadros, fotos ou gravuras para decorar as paredes é uma tendência na decoração de ambientes. Você também pode alternar quadros com outros objetos decorativos que são fixados na parede. Um dica é usar fita adesiva especial para quadros em vez de parafusos.

Pintura: A cartela de cores das pinturas para casas estão cada vez mais completas com cores novas, atuais e capazes de conferir um requinte todo especial e único ao seu lar. Você pode usar cores diferentes para cada cômodo da casa e brincar com as texturas. Lembre-se apenas que, ao entregar o imóvel, as paredes terão de voltar ao que eram quando a casa foi alugada!

Adesivos de azulejo: Uma nova moda é cobrir azulejos com adesivos feitos especialmente para eles. Pode ser aplicado no banheiro ou na cozinha para renovar o visual! E, quando for deixar a casa, é só retirá-los – por serem feitos normalmente de vinil, saem facilmente.

Pequenos detalhes, grandes diferenças

Os pequenos detalhes na decoração de sua casa alugada podem promover transformações grandes nos ambientes. Um exemplo é mudar todos os puxadores de gavetas e portas dos armários dos dormitórios, banheiro e cozinha. O mais interessante é que não precisam ser todos iguais. Você pode usar modelos e cores diferentes ou escolher modelos vintage que trarão uma personalidade única a cada móvel.

Outra dica é usar objetos que funcionem como pontos coloridos em ambientes neutros: uma manta fúcsia em um sofá, tapetes com estampas geométricas, objetos de decoração feitos com vidros coloridos e até vasos com flores da estação. São opções simples e funcionais.

Se mesmo depois dessas dicas você acreditar que precise fazer uma mudança maior para deixar sua casa alugada com a sua cara, converse com o proprietário do imóvel e certifique-se que poderá reverter tais mudanças ao deixar o imóvel.

Fonte: Viva Real

Você lutou muito para comprar o imóvel dos seus sonhos. Economizou dinheiro, fez contas e sacrifícios e agora, perto da mudança, fica sabendo que a prefeitura ainda não expediu o habite-se. Por conta disso, toda aquela felicidade, experimentada por quem conquista sua casa nova terá que esperar mais um pouco.

Mas que documento é esse que, mesmo quando um imóvel está pago ou com as parcelas em dia, impede o proprietário de tomar posse de seu imóvel enquanto não for emitido? Qual a importância e de quem é a responsabilidade pela emissão do habite-se?

Para você que está planejando a compra da sua nova casa ou para aqueles que estão pagando pelo seu futuro lar, confira aqui neste artigo, tudo sobre o documento.
Afinal de contas, o que é o habite-se?

Quando uma construtora, incorporadora ou uma pessoa deseja lançar um empreendimento, ou até mesmo reformar um imóvel, precisa da aprovação da prefeitura. Esta determina que aquele projeto atende às exigências locais para iniciar as obras.

Depois de pronto, a prefeitura precisa conferir se a construção foi realizada de acordo com o projeto registrado inicialmente. Estando tudo de acordo, é emitida uma certidão atestando que o imóvel está em condições de ser habitado, daí o nome: habite-se.

A certidão, emitida pela município onde o imóvel foi construído, atesta que a construção (ou mesmo uma reforma) foi realizada segundo o projeto inicial, registrado na prefeitura.

Somente após a emissão do habite-se é possível contratar um financiamento e registrar a escritura em nome dos compradores. Mesmo assim, a emissão dessa certidão não livra de outros cuidados que devem ser levados em consideração.
Quais outros cuidados devem ser levados em conta em relação ao habite-se?

Mesmo sendo um documento obrigatório para a posse do bem, existem casos onde negócios imobiliários são realizados mesmo sem a emissão da certidão do habite-se. Nestas situações, o comprador assume totalmente o risco de futuras cobranças de multas, além de possíveis desocupações que possam ser promovidas pela prefeitura por conta de irregularidades no projeto.

A emissão do habite-se é de inteira responsabilidade de quem constrói o imóvel com a prefeitura, além disso, não existe cobrança de taxas relacionadas a esse documento que onerem o comprador.

Mesmo em imóveis que já tenham sido ocupados, é importante solicitar a certidão de habite-se. Contas de consumo e até mesmo carnês de IPTU não são garantias de que o imóvel esteja regularizado, pois infelizmente, algumas prefeituras geram carnês de impostos antes mesmo do habite-se ser emitido.

É importante deixar claro que, ao emitir a certidão, os órgãos reguladores dos municípios irão verificar se a obra foi realizada segundo o projeto previamente registrado, mas não garante a qualidade da obra. Isto é uma responsabilidade da construtora com o comprador, por isso, vale a pena conferir o memorial descritivo ou mesmo os termos de vistoria do imóvel para garantir que está recebendo aquilo que comprou.
Quanto tempo leva a emissão do habite-se?

Quando a construção do empreendimento está conforme o projeto aprovado na prefeitura, o habite-se é emitido em poucos dias, variando de acordo com o município. No entanto, quando está fora dos padrões previamente acordados, a prefeitura somente irá liberar o habite-se após a resolução do problema apontado.

E é nesse momento que o comprador se vê de mãos atadas, pois não há o ele possa fazer para acelerar o processo, a não ser pressionar a construtora ou procurar os órgãos de proteção ao consumidor. Porém, o futuro morador poderá ter mais custos e dor de cabeça antes de morar no imóvel tão desejado.

Para evitar esse tipo de situação, verificar a reputação e o histórico tanto da construtora quando da prefeitura é uma boa dica para evitar transtornos futuros. Se possível, visite obras da construtora em questão e verifique na prefeitura qual o prazo médio de emissão de habite-se.

É difícil conter aquela vontade de comprar o imóvel pelo qual você se encantou, mas vale a pena respirar fundo e tomar esses cuidados antes de assinar o contrato.

Você já passou por algum problema relacionado a emissão do habite-se? Conhece alguém que já viveu situação parecida? Conte pra gente aqui nos comentários.

Fonte: Viva Real

São Paulo – O preço médio do metro quadrado anunciado para locação em agosto foi de 30,13 reais, segundo o Índice FipeZap de Locação, que acompanha a variação do aluguel em 11 cidades brasileiras. Esse é o mesmo valor registrado em abril de 2013.Nesses três anos, a queda real do aluguel, ou seja, a variação já descontada a inflação no período, foi de 22,2%. Nos últimos 12 meses, essa queda foi de 12,73%, e todas as cidades monitoradas pelo índice mostraram resultados inferiores à inflação.Isso significa que os preços estão favoráveis para locatários e que o seu poder de barganha para negociar com proprietários de imóveis está maior.Sem descontar o aumento generalizado dos preços, o valor médio de locação registrou queda de 4,9% nos últimos 12 meses e de 2,8% desde o início do ano. De julho para agosto, os preços ficaram praticamente estáveis, com queda de apenas 0,37%.Veja o comportamento dos preços de aluguel em cada uma das 11 cidades pesquisadas pelo Índice FipeZap de Locação, nos últimos 12 meses encerrados em agosto:

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Fonte: Exame.com

Maior lançamento de São Paulo tem duas cozinhas e custa R$ 19 mi

Cada apartamento do edifício Saint Paul, empreendimento da incorporadora São José no Jardim Europa, na zona oeste de São Paulo, poderia sediar quatro jogos de vôlei simultâneos e ainda sobraria espaço.

São unidades de 744 m² a 865 m² de área privada, em um terreno de mais de 4.000 m². O maior dos lançamentos residenciais dos últimos 36 meses em São Paulo, segundo levantamento da consultora imobiliária Geoimovel

Cada apartamento conta com cinco suítes, um pé direito de 3,6 metros, tratamento acústico para evitar barulho do vizinho, aquecimento dos pisos dos banheiros e automação do sistema de iluminação. Entre os diversos ambientes, estão biblioteca, duas cozinhas e adega. Na garagem, são 12 vagas.

Os imóveis saem por uma média de R$ 21.635 o m², ou quase R$ 19 milhões.

O valor não assustou os compradores. Dos 26 apartamentos, apenas três ainda estão disponíveis para a venda.

“O Saint Paul é a nossa Ferrari”, compara André Auge, gerente comercial da incorporadora São José. “É o mais top que temos.”

Conhecida pelos seus prédios construídos em estilo neoclássico, com abundância de colunas, grandes pórticos e gradis de ferro, a São José manteve a aposta na construção do Saint Paul.

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“A arquitetura neoclássica é um símbolo da empresa”, diz Auge. “É o nosso traço arquitetônico. Prédios modernos podem até ser bonitos, mas daqui a dez anos eles não vão ser mais tão modernos, enquanto os nossos vão continuar sendo neoclássicos.”

Entre os traços da arquitetura neoclássica estão algumas extravagâncias, como uma piscina com raia de 25 metros e uma quadra de tênis de saibro.

O grande atrativo do imóvel, no ponto de vista dos seus incorporadores, entretanto, é a localização.

“Levamos muitos anos para compor esse terreno”, conta Auge. “É muito difícil achar um espaço grande, então fomos comprando pouco a pouco, um terreno aqui, outro ali. Um trabalho de garimpo.”

Fonte: Folha de SP

Quanto custaria se a Casa Branca estivesse à venda?

Segundo a corretora Ann Gray, da Gray Real Estate Advisors, que avaliou o custo de construção (232 mil dólares nos anos 1790 e aproximadamente 100 milhões atualmente), potencial de lucro com aluguel dos 16 quartos da casa (cinco milhões de dólares por ano) e o preço de propriedades parecidas. No final, o preço ficaria em 90 milhões de dólares. Porém, a corretora Cara Ameer é uma das profissionais que acha o valor muito baixo – uma das comparações é feita com a Mansão da Playboy, que foi posta à venda por 200 milhões de dólares, mas foi comprada recentemente pela metade do preço. Na verdade, e de acordo com Ann, se todos os itens históricos da Casa Branca forem levados em consideração, os números subiriam para 250 milhões já que o local está recheado de história e arte. Mas, ainda tem gente que discorda. O site Zillow, por exemplo, diz que a casa do presidente vale, na verdade, 389 milhões de dólares. Publicidade É claro que tudo não passa de especulações, já que a Casa Branca tem praticamente zero chances de ser posta no mercado. Mas não custa nada se divertir com a suposição e imaginar os luxos guardados ali dentro, não é mesmo?

Fonte: Casa Claudia

Em meados do século XIX os paulistas só tinham notícia de que depois de Botucatu e além da serra de Agudos haviam as terras de Bauru, assim chamadas pelos índios Caingangues, que as defendiam valorosamente.

Existem várias teorias para explicação da origem do nome Bauru. Uma das mais aceitas é a defendida por Ismael Marinho Falcão, engenheiro que conviveu durante muitos anos com os índios Caingangues, que habitavam a região. Segundo concluiu, a região era chamada ubauru’, em razão da existência de grande quantidade de uma planta herbácea chamada ubá’, utilizada na confeccão de cestos e balaios, e de uru’, ave rasteira da família das galináceas. Outros defendem que o nome vem de mbai-yuru’, que significa cachoeiras, rio em forte declive; ou de ybá’ e uru’, cesta de frutas; ou ainda de bauruz’, como eram chamados os índios que habitavam as margens do rio Batalha.

A política do governo imperial de incentivar a ocupação do interior do território brasileiro, dando posse a quem requeresse em terras devolutas para desenvolver a produção, estimulou aventureiros e colonos a se embrenharem pelos sertões abrindo fazendas de gado e, no interior da província de São Paulo, para plantar café.

Entre os primeiros a enfrentar a resistência dos Caingangues, penetrando na região de Bauru, seguindo pelo rio Batalha, são lembrados pelos historiadores, Sebastião Pereira e Pedro Francisco Pinto, e mais tarde Mariano José da Costa e João Batista Monteiro.

O processo de ocupação começa a tomar força por volta de 1856, com a chegada de Felicíssimo Antonio de Souza Pereira e Antonio Teixeira Espírito Santo.

Este último faz em 1884 doação de parte de suas terras para obras em honra ao Espírito Santo e a São Sebastião de Bauru. Em torno de uma pequena igreja, construída em 1888, começa a criar corpo o povoado, já então chamado oficialmente Bairro de Bauru.

Os Transportes

Desde a Guerra do Paraguai o governo brasileiro alimentava a idéia de uma ferrovia integrando a província de Mato Grosso à capital Rio de Janeiro. Com o advento da República, a questão dos transportes ganha maior ênfase e em outubro de 1904, acatando parecer do Clube de Engenharia, o presidente Rodrigues Alves assina decreto definindo que o traçado da ferrovia que serviria Mato Grosso partiria “das imediações de São Paulo dos Agudos”. Venceram o argumento da menor distância e o poder de influência da economia cafeeira paulista, em grande expansão.

Não foi fácil convencer os poderes federais de que o melhor traçado para a ferrovia para Mato Grosso seria por Bauru, passando por Campo Grande, até Corumbá. Os governos do Rio de Janeiro e Minas Gerais propunham outros traçados, via Uberaba, Coxim e Cuiabá, e até mesmo pelo norte do Paraná. A régua na prancheta, o avanço da cafeicultura e a vulnerabilidade da fronteira atestada na Guerra do Paraguai foram, entre outros fatores, os que mais pesaram na opção pelo traçado definitivo.

Bauru já era nessa época promissor núcleo habitacional na boca do sertão, com armazém, mercado, bares e movimentação crescente de forasteiros. O anúncio da construção da ferrovia, com a chegada a partir de 1905 de cerca de três mil operários, deram à pequena cidade um crescimento explosivo, com instalação inesperada de lojas e serviços sequer sonhados pelos antigos moradores. Em julho de 1905 chegam a Bauru os trilhos da Estrada de Ferro Sorocabana, ligando a pequena cidade a São Paulo e ao progresso definitivo. No ano seguinte a Estrada de Ferro Noroeste do Brasil, vencida a resistência dos bravos Caingangues, já vai furando o sertão em direção a Mato Grosso.

Em 1906 a cidade ganha seu primeiro jornal, “O Bauru” e a Sociedade Dante Alighieri, seu primeiro centro cultural. Em 1908 recebe a visita do presidente da República Afonso Pena, que vem inaugurar o primeiro trecho da NOB e o serviço telefônico de Bauru. Em 1910, com a chegada da Companhia Paulista de Estradas de Ferro, a cidade passa a ser um dos mais importantes entroncamentos ferroviários do interior do continente.

Com isso Bauru tem traçado seu destino de grande crescimento. Os imigrantes atraídos nos primeiros tempos para tocar as lavouras de café têm agora seus descendentes enriquecendo na nova atividade que passa a se tornar a principal força econômica da cidade: o comércio.

O Crescimento

Os anos vinte são marcados pela instalação das casas bancárias, dos grandes atacadistas, e pelo início dos trabalhos de pavimentação das principais ruas da cidade. Na década de 30 começam a se desenvolver os setores de saúde e educação, enquanto a população cresce vertiginosamente.

No final dos anos 30 Bauru já se destaca como uma das mais importantes cidades do interior paulista. Em 1938 a cidade recebe a visita do presidente Getúlio Vargas. E em 1939 é inaugurada a Estação Ferroviária da NOB, que servindo também às ferrovias Sorocabana e Paulista, tornou-se símbolo da ligação histórica da cidade com o período glorioso da expanão do transporte ferroviário no Brasil.

Nos anos 40, em razão da vigorosa economia, Bauru começa a despontar também entre as cidades paulistas por sua intensa vida social voltada para o lazer, estimulada por animadas feiras e exposições, chics bares e bórdeis, clubes recreativos, esportivos e culturais. Em 1947, nas primeiras eleições municipais após a queda da ditadura Vargas, a prefeitura de Bauru é disputada por nada menos que sete candidatos.

A Casa da Eny foi durante muitos anos um dos estabelecimentos do gênero mais conceituados em todo o interior de São Paulo. A ponto de sua proprietária tornar-se uma das figuras mais populares da região, tendo seu espírito empreendedor reconhecido e festejado por representativas forças econômicas e políticas locais.

Os anos 50 começam com o desenvolvimento de um novo setor, que acabou se tornando uma das características mais marcantes da cidade: o ensino superior. Em 1951 surge a futura Faculdade de Odontologia; em 1952 a Faculdade de Direito; e em 1953 a Faculdade de Filosofia, Ciências e Letras do Sagrado Coração de Jesus.

Em 21 de março de 1954, o público presente no estádio da rua Javari, para assistir uma partida entre o América de Rio Preto e a Associação Desportiva de Araraquara, tem o privilégio de testemunhar, no jogo preliminar, a estréia no Juvenil do Bauru Atlético Club de um garoto alegre e promissor, que os colegas já chamavam carinhosamente de Pelé. O BAC venceu por 10 a 1, com quatro gols de Pelé.

Nos anos 60 e 70 a cidade consolida sua posição entre os principais polos comerciais não só do interior paulista, como de todo o Brasil. Nos anos 80 a economia da cidade é revigorada por forte expansão do setor industrial, enquanto a paisagem urbana muda rapidamente com a proliferação dos arranha-céus.

Nos anos 90 grandes melhorias são implementadas nos setores urbanísticos, inclusive para enfrentar os problemas do trânsito saturado pela circulação de uma média de um carro para cada 3 habitantes, um dos mais altos índices do País.

No ano 2000 a cidade ingressa definitivamente no mundo das novas tecnologias, acelerando a transferência de seus negócios para a Internet, apontada pelos estudiosos como o caminho para a “nova economia”.

Bauru, um dos mais famosos lanches do Brasil, foi criado pelo bauruense Casimiro Pinto Neto, em 1934, no Bar Ponto Chic, em São Paulo, capital.

Sua receita original consta de pão francês sem miolo, fatias de rosbife, queijo derretido, rodelas de tomate e pepino.

A história

Casimiro Pinto nasceu em Bauru-SP, em 5 de abril de 1914. em 1931, ingressou na Faculdade de Direito do Largo de São Francisco. Orgulhoso de sua cidade natal, sempre foi conhecido como “Bauru”.

Juntamente com outros estudantes, artistas e intelectuais, frequentava o restaurante Ponto Chic, no largo do Paissandu. Numa noite, em 1934, procurou o cozinheiro do restaurante e “ditou” a receita de um sanduíche: pão francês, aberto e sem miolo, uma porção de queijo derretido em banho-maria, fatias de rosbife, rodelas de tomate cru e pepino (picles).

Segundo Casimiro, essa receita incluia os elementos básicos de um lanche equilibrado em albumina, proteína e vitamina, conforme ele havia lido em uma cartilha sobre alimentação.

Na mesma noite, outros frequentadores pediram o novo sanduiche, dizendo que queriam um “igual ao do Bauru”. Nascia um dos mais famosos lanches do Brasil e também conhecido em outros países.

A receita

Pão francês aberto, sem miolo

Uma porção de queijo mussarela,
derretido em banho-maria

Fatias de rosbife

Rodelas de tomate

Rodelas de pepino (picles)
Sal e orégano a gosto

Mais historia

História
Fundação/aniversário: 1 de agosto de 1896 (113 anos)
Após 1850, na procura de novas terras para ocupação e colonização, pioneiros paulistas e mineiros começam a explorar a vasta região situada entre a Serra de Botucatu, o Rio Tietê, o Rio Paranapanema e Rio Paraná, até então habitado por grupos de índigenas Kaingang.

Em 1856 Felicíssimo Antonio Pereira, provindo de Minas Gerais, adquire terras e estabelece próximo ao atual centro de Bauru a Fazenda das Flores. Anos depois, em 1884, essa fazenda (também chamada de Campos Novos de Bauru) teria parte de sua área desmembrada para a formação do arraial de São Sebastião do Bauru.

O distrito progride, mesmo sujeito a ataques dos nativos Kaingang e relativamente isolado do resto do Estado, e torna-se distrito de Agudos em 1888. A chegada de migrantes oriundos do leste paulista e de Minas Gerais leva à emancipação do município em 1 de agosto de 1896.

O novo município sobrevive do cultivo do café, mesmo tendo terras mais fracas e inférteis que o restante do estado. Em 1906 é escolhido como ponto de partida da ferrovia Noroeste do Brasil, ligando o município a Corumbá e à Bolívia.

Durante a primeira metade do século XX Bauru torna-se o principal pólo econômico da vasta região compreendida pelo Oeste Paulista, Norte do Paraná e Mato Grosso do Sul.

Bauru recebeu nas primeiras décadas do século XX levas de imigrantes de várias partes do mundo, com destaque para os italianos, espanhóis, portugueses e japoneses. O entroncamento rodo-ferroviário no qual se situa, fez atrair ainda imigrantes sírios, libaneses, alemães, franceses, chineses e judeus de diversas nacionalidades. Mais recentemente, passou a receber bolivianos, argentinos, chilenos, palestinos e norte-americanos, tornando-se uma dos municípioss mais cosmopolitas do Interior Paulista.

Este aspecto do cosmopolitismo bauruense é denotado ainda hoje pelas diversas instituições de origem imigrante existentes no município, entre elas a Associação Luso-Brasileira (AALB), o Clube Nipo-Brasileiro, a Associação Cultural Dante Alighieri, o antigo Cine Capri, a Associação Cultural Miguel de Cervantes, o Tenrikyo, o extinto Fuentes, o hospital Beneficência Portuguesa de Bauru, a Festa das Nações e o próprio eixo urbanístico denominado Nações Unidas, integrado por avenidas, parque com lago e anfiteatro, várias praças etc.

Assinale-se, ainda, a presença das praças Portugal, Itália, Espanha, Alemanha, Líbano e Palestina, bem como a localização da Prefeitura Municipal na Praça das Cerejeiras, inaugurada na década de 1970 pelo então príncipe Akihito (que em 1989, tornou-se imperador do Japão), em homenagem à imigração japonesa para a região de Bauru.

Entre 1970 e o início do século XXI a decadência da ferrovia, aliada ao crescimento de municípios como Marília, Presidente Prudente e Araçatuba levam a uma redução do crescimento econômico do município. Porém, a existência de um forte setor de serviços, a presença de universidades e a localização privilegiada em um grande entroncamento rodo-ferroviário fazem com que Bauru ainda seja o principal pólo econômico do Oeste Paulista.

Em 11 de março de 1999, uma subestação de energia elétrica da CESP, localizada no município, iniciou o Blecaute de 11 de Março de 1999, o maior registrado no Brasil, que durou mais de cinco horas.

História do nome
Existem algumas hipóteses para explicar a origem do nome do município. Uma das mais aceitas foi proposta por Ismael Marinho Falcão, que viveu durante muitos anos com os índios Kaigang, que habitavam essa região.

Automóvel Clube de Bauru.De acordo com Ismael, a região era conhecida como ubauru, devido à abundância de uma erva denominada ubá, usada para confeccionar cestas, e uru, uma ave parente da galinha.

Outras hipóteses dizem que o nome teria vindo de mbai-yuru, que quer dizer “queda de água” ou “rio de grande inclinação”, ou ybá-uru, que quer dizer “cesta de frutas”, ou bauruz, que era como os índios que habitavam as margens do rio Batalha eram conhecidos.

Teodoro Sampaio dizia que Bauru é corrupção de “upaú-ru”, ou “upaú-r-y, designando rio da lagoa. Do Tupi: de “Upá” ou “Upaú”, lago, lagoa, água represada, e “U”, o mesmo que “I”, água corrente, rio, líquido, etc.

Segundo o historiador Correia das Neves, em seu livro “No velho Bauru”, o “r” entrou por eufonia, considerando esse o nome que melhor traduz e exprime a o significado da palavra Bauru na língua tupi.