Casa rotativa se transforma quando moradores querem

O tempo muda. Às vezes, abrir a janela é essencial, outras vezes não. Fato é que a maioria das construções modernas é tão estática e inflexível a essas variáveis, que a Casa Sharifi-Ha, no Teerã (Irã), recebeu premiação e elogios em seu segmento no World Architecture Festival Awards 2014, quando ficou pronta.

O projeto comandado por Alireza Taghaboni, do escritório iraniano Next Office, tem quartos giratórios na fachada que se abrem para a rua ou se fecham, dependendo da vontade dos moradores – é só apertar um botão.

Pensar no jogo de abertura e fechamento dos volumes é um exercício tradicional na arquitetura iraniana: as temperaturas passam dos 40 graus com facilidade por lá. Por isso, Alireza idealizou caixas revestidas de madeira que pudessem refrescar a casa e trazer a passagem do vento a seu favor, mas também mantê-la aquecida quando o inverno rigoroso se aproximasse.

Encravada em um lote retangular estreito, de boa profundidade, a mansão foi desenhada em quatro partes: a estrutura ao fundo, o vazio de um pátio, volume fixo e móvel, na fachada.

Fonte: Casa Vogue

Com cerca de 67% do mercado de financiamento habitacional, a Caixa tem buscado formas de incentivar o setor, fortemente afetado pela recessão no país

São Paulo – A Caixa Econômica Federal pretende passar a oferecer taxas menores no crédito imobiliário para clientes considerados de menor risco, como os que derem uma entrada maior ou tomarem empréstimos de prazo mais curto, disse nesta quarta-feira o vice-presidente de Habitação do banco estatal, Nelson Antonio de Souza.

Hoje o banco oferece taxas de juros padronizadas para não correntistas.

“Pretendemos ter isso em operação ainda neste primeiro semestre”, disse Souza à Reuters. “Vai ser uma espécie de cadastro positivo: quem oferecer níveis de risco menores poderá ter juros mais baixos.”

Com cerca de 67 por cento do mercado de financiamento habitacional, a Caixa tem buscado formas de incentivar o setor, fortemente afetado pela recessão no país.

O banco estatal federal foi o primeiro a anunciar cortes nas taxas de juros para o setor em novembro, após o Banco Central ter iniciado em outubro um ciclo de cortes da Selic.

Segundo Souza, o banco não pretende promover novos cortes de juros no financiamento imobiliário nos próximos meses apesar da esperada queda da taxa Selic, porque leva em conta outros fatores de risco, como capacidade de pagamento dos tomadores.

“O assunto corte de juros não está em discussão agora na Caixa”, disse.

Segundo o executivo, o banco desembolsou 11,5 bilhões de reais para financiamento imobiliário em dezembro, quase o dobro da média mensal registrada na primeira metade do ano.

Com isso, a Caixa fechou 2016 com cerca de 90 bilhões de reais liberados para o setor, pouco abaixo da meta de 93 bilhões de reais.

“Para este ano, esperamos fazer pelo menos o que fizemos no ano passado”, disse Souza.

Na semana passada, a Associação Brasileira de Entidades de Crédito Imobiliário e Poupança (Abecip) informou que os empréstimos concedidos pelo Sistema Brasileiro de Poupança e Empréstimo (SBPE) no ano passado para compra e construção de imóveis caiu 38,3 por cento ante 2015, para o menor nível desde 2009, refletindo a demanda debilitada por juros altos e o desemprego.

Sem citar valores, o executivo afirmou que cerca de 33 mil pedidos de financiamento habitacional chegaram ao banco em janeiro e estão em processo de aprovação.

Para Souza, um dos fatores que tende a fortalecer o financiamento para compra da casa própria em 2017 é a entrada em vigor das Letras Imobiliárias Garantidas (LIG), um instrumento de captação de recursos para o setor.

Na segunda-feira, o Banco Central abriu consulta pública sobre a LIG até 30 de abril e estimou que o instrumento estará no mercado até o fim do primeiro semestre.

Fonte: Exame.com

Eu não sei você, mas por aqui tá apertado pagar a conta do aluguel todo mês. Parece que o sonho da casa própria tá cada vez mais distante, né não? Para alguns milionários e bilionários desse mundão, porém, as coisas vão bem, sem aperto ou miséria. Esse com certeza é o caso do próximo sortudo que irá fixar residência em uma das mansões mais caras do mundo, localizada em Bel Air, Los Angeles, e com valor estimado em R$ 800 milhões de reais. Apenas R$ 800 milhões. Dá para imaginar essa quantia de grana na sua conta bancária? Complicado, bem complicado. Com 12 suítes, 21 banheiros, três cozinhas – quem precisa de três cozinhas, Deus? -, cinco bares e um cinema para 40 pessoas, a casinha luxuosa ganhou o apelido de “oitava maravilha do mundo”, graças à ostentação de cada metro quadrado da residência. Nada é simples ou humilde, entende?

Além dos cômodos intermináveis, a mansão conta ainda com estacionamento de carros colecionáveis, uma adega repleta de espumantes e champanhes variados, estoque de balas e doces, lounge com piscina infinita e… Ufa! A gente quase não consegue enumerar todas as maravilhas desse lugar. Bruce Makowski é a mente ambiciosa por trás do projeto milionário e explica a quem a casa é destinada. “Essa mansão foi desenvolvida para o bilionário que quer um gostinho do que há de melhor nessa vida”. E que gostinho, hein, vam0s combinar! A construção da residência contou com uma equipe fixa de 250 pessoas e levou 4 anos para ser concluída.

Fonte: virgula.uol.com.br

Cara Brookins já passou por poucas e boas nessa vida. Depois de passar por relacionamentos tóxicos e abusivos, dois divórcios e ser perseguida por um homem com problemas mentais, Cara decidiu que era hora de recomeçar em um novo lugar, com os quatro filhos. “Eu me sentia envergonhada e estava preocupada que eles pudessem ter perdido a autoestima e confiança”, lembra ela. Apesar da vontade e necessidade de recomeçar, a família não podia arcar com os custos da compra de uma nova casa – detalhe que não impediu Cara de buscar alternativas mais simples, claro. E se ela e os filhos construíssem a própria casa, mesmo sem qualquer conhecimento na área? Pois foi justamente isso que Cara fez. Tudo começou em 2007, quando ela avistou a estrutura de uma casa que havia sido destruída por um furacão. “Só havia sobrado a estrutura original, o que me fez pensar em comprar madeiras e blocos para juntar tudo e construir uma nova casa”, conta Cara. Os filhos, que à época tinham 2, 11, 15 e 17 anos de idade, toparam o desafio na hora. Como seria esse lar, doce lar? Cara conseguiu um empréstimo no banco para comprar os materiais de construção e, depois de muitos tutoriais, a família realmente ergueu uma casa do zero, com cinco quartos, garagem para três carros, duas casinhas na árvore e muito, muito amor. A história dessa família cheia de força de vontade irá se transformar em livro, ainda nesse mês, chamado “Rise”

Fonte: http://virgula.uol.com.br/

Lar, doce lar: mulher restaura van antiga para viajar pelo mundo com seu cachorro

A italiana Marina Piro sempre teve dois grandes objetivos em mente: cuidar do próprio nariz, com autossuficiência e liberdade, e conhecer o mundo com seu cachorrinho adotado, o simpático e peludo Odie. Uma bela inspiração para começar o ano, né, gente? Os planos para viajar em companhia do amigo de quatro patas não começaram ontem, porém. Depois de muitos meses de pesquisa, Marina comprou uma van da marca Renault, de 5 portas, para dar início ao projeto aventureiro por conta própria. No começo, o carro tinha um aspecto bem pouco confortável e triste. Imaginar longas viagens e cochilos na van era praticamente impensável, de verdade. Marina não se deu por vencida. Aos poucos, ela foi colocando a mão na massa, quase que literalmente, para transformar o veículo em um lar aconchegante para as viagens ao lado de Odie. Ela trocou o piso da van, instalou luzes de LED pelo interior, montou uma cama improvisada nos “fundos” do carro e até decorou o espaço com plantas, almofadas e lenços, que garantiram um pouco de privacidade ao lar, doce lar de Marina e Odie. É muito mais confortável comprar passagens e agendar a estadia em um hotel ou albergue por aí? É, sim. O conforto, porém, não possibilitaria que Marina conhecesse lugares incríveis ao lado do companheiro canino, já que muitos hotéis e pousadas não permitem entrada de animais nas áreas comuns. Mesmo assim, a opção pela “casa motorizada” não é tão simples. “É a solução mais prática, claro, mas a vida em uma van com um cachorro também pode ser complicada, de vez em quando. Você tem restrição de movimentos, não pode deixar o animal sozinho no carro, além da bagunça, é claro”, explica ela. Mesmo assim, tudo vale muito a pena. Veja a alegria dessa dupla na galeria abaixo:

Fonte: http://virgula.uol.com.br/

A decoração da árvore de Natal é uma tradição com largos séculos que, ao longo dos últimos anos, tem vindo a adquirir contornos ultra-contemporâneos e cada vez mais originais. Mesmo assim, há quem goste de manter a tradição, utilizando, ano após ano, os mesmos ornamentos que, muitas vezes, até são passados de geração em geração. Independentemente do material que tem para trabalhar, seja criativo, surpreenda e deixe-se surpreender!

Fonte: eudecoro.com.br e pinterest

Governo estuda liberar fatia do FGTS para trabalhador pagar dívidas

Na busca por acelerar a recuperação da economia brasileira, o governo Michel Temer estuda duas medidas. De acordo com a Folha de S. Paulo, uma delas é permitir o uso do FGTS para que trabalhadores quitem empréstimos com bancos.

A outra possibilidade em análise é a liberação dos depósitos compulsórios (recursos que os grandes bancos depositam obrigatoriamente no Banco Central) para refinanciar dívidas de pessoas jurídicas e físicas.

As duas propostas ainda dependem de um acerto final entre Temer e o ministro da Fazenda, Henrique Meirelles. Além disso, a liberação do Fundo de Garantia precisa passar pelo Conselho Curador do FGTS, órgão com representantes de trabalhadores, empregados e governo.

A liberação de compulsório por meio de aplicação obrigatória em um tipo de crédito já foi usada no início da gestão Dilma Rousseff. Na época, os bancos podiam fazer empréstimos para compra de veículos e descontavam o valor emprestado do compulsório. A ideia, agora, seria destinar o dinheiro para pagar dívidas.

Segundo a Folha, equipe econômica e mercado acreditam que o elevado endividamento de empresas e consumidores provoca um travamento do mercado de crédito. Com isso, a expectativa inicial de que o governo de que o país voltaria a crescer no fim deste ano não deve se confirmar.

Pesquisa da Serasa Experian aponta que, em agosto, havia 59,3 milhões de inadimplentes no país, o que representa cerca de 40% da população acima de 18 anos.

Fonte: Folha de São Paulo

O BARATO SAI CARO: 14 PONTOS EM QUE NÃO SE DEVE ECONOMIZAR NA REFORMA

1. “Nunca se mude antes de a obra terminar” Carol Lovisaro, designer de interiores
Resolva as pendências, por menores que pareçam, antes de entrar no novo imóvel. Assim você poderá curtir a casa nova sem dor de cabeça. Outra dica: o item em que menos deve economizar é o piso. Se ele não for bom, com o passar do tempo você terá de fazer outra reforma.

2. “Não economize no projeto” Sarkis Semerdjian, arquiteto

Projeto com pouco desenho e pouco detalhamento gera confusão durante a obra e, consequentemente, custo extra para o cliente. O pacote de projetos é um documento formal que protege o morador de custos adicionais apresentados por empreiteiros e construtoras ao longo da execução. Caso algo não dê certo no final, o cliente pode exigir a entrega do que está previsto em projeto.

3. “Desconfie do faz-tudo” Robert Robl, arquiteto

Nunca faça uma obra com o faz-tudo que fulano indicou. Geralmente orço a obra com dois engenheiros de confiança. O valor é um pouco mais alto, mas, no total, sai mais barato do que os extras cobrados pelo faz-tudo do cliente. Sem contar que com o faz-tudo as listas de materiais são intermináveis: mais tinta, mais argamassa, mais isso, mais aquilo… Recomendo fazer a parte executiva com uma empresa de engenharia e execução, que fica oficialmente responsável pelos serviços de gesseiro, pintor, entre outros.

4. “Invista em metais sanitários economizadores e lâmpadas de led” Eduardo Bessa, arquiteto da Cactus Arquitetura

Sugiro não economizar em metais sanitários. Prefira os que controlam o fluxo de água, ainda que custem mais caro; eles resultarão em economia a longo prazo. O mesmo vale para o sistema de iluminação: prefira as lâmpadas de led. Embora sejam mais caras, elas fazem a diferença na sua conta de luz. Se o orçamento for apertado, cogite pintar os banheiros em vez de trocar os revestimentos.

5. “Espelho e papel de parede: invista” Flavia Sá, arquiteta

A qualidade do espelho só aparece após algum tempo de uso. Em áreas com umidade, o cromo descasca, deixando a superfície toda manchada, se não for de boa qualidade. Também não se pode economizar com o instalador de papel de parede. Já deparei com papel descolando na casa de um cliente porque o instalador havia aplicado o produto sobre tinta acrílica, o que não é recomendado (o correto é aplicá-lo sobre tinta PVA). O erro acarretou na perda do papel de parede importado.

6. Invista na contratação do arquiteto” Vanessa Féres, arquiteta

A pior economia é a feita com o arquiteto. Por ser um profissional flexível e gabaritado, ele pode indicar soluções adequadas e econômicas. Cliente de bom arquiteto nunca é cobaia. Quanto à obra, eu diria que o mais importante é analisar toda a parte hidráulica com muita atenção e verificar se as prumadas devem ser trocadas para não haver surpresas após a conclusão da reforma.

7. “Refazer sai mais caro” Silvana Lara Nogueira, arquiteta

Não vale a pena economizar no planejamento nem na qualidade dos materiais. Pense que a refação sairá mais caro. Não recomendo, por exemplo, reformar um banheiro sem trocar o encanamento e sem fazer uma boa impermeabilização.

8. “Não atropele o andamento da obra” Lucia Manzano, arquiteta e paisagista

Em uma construção ou reforma, as coisas têm uma ordem para acontecer. Quando essa ordem é atropelada, por pressa do cliente ou por falta de conhecimento de quem a está gerenciando, o trabalho de alguma forma precisa ser refeito. Também não economize na proteção das superfícies antes da pintura. Qualquer conserto em um móvel ou piso sairá mais caro do que o custo do material de proteção.

9. “Fuja dos amadores” Ieda Korman, arquiteta

Nunca contrate profissionais que não sejam especializados. Um mau pedreiro ou empreiteiro é o primeiro item de uma obra malfeita. Um projeto que não contempla futuros ajustes de componentes ou acabamentos pode comprometer totalmente o resultado de uma obra. Economizar no eletricista, no encanador e no pedreiro pode significar curto-circuito, risco de incêndio, vazamentos de gás ou de água. Cuidado também ao comprar um imóvel barato pensando em reformá-lo. Só faça isso após consultar um engenheiro ou um arquiteto. Há casos em que os problemas de estrutura, elétrica e até de hidráulica são irreversíveis.

10. “Gaste com os móveis da cozinha” Denise Monteiro, arquiteta

Um caso típico em que o barato sai caro é a marcenaria da cozinha. Contrate uma empresa especializada em cozinhas, que trabalhe com todos os acessórios e acabamentos adequados. Exija garantias e manutenções.

11. “Áreas úmidas precisam de revestimento” Vivian Coser, arquiteta da VCS Projetos

Não gosto de realizar pintura em ambientes úmidos. Nesses casos, a duração da tinta é curta e, geralmente, é necessário realizar nova pintura a curto prazo, o que acaba saindo mais caro do que utilizar revestimentos em todo o espaço. Vale a pena economizar na sofisticação dos acabamentos nas áreas de serviço, sem, porém, deixar de lado a qualidade. Pode-se optar por peças de design mais simples e de menor custo. Para o profissional de arquitetura, negociar com fornecedores e comprar maior quantidade de coisas em um mesmo lugar é uma atitude válida para economizar.

12. “Compre produtos certificados e use tinta adequada na área externa” Bianka Mugnatto, designer de interiores do escritório Interart

Não vale a pena pagar barato por produtos que não tenham certificação ou selos que garantam desempenho, qualidade e durabilidade. Na busca pela economia, muita gente acaba passando tinta látex à base de água na parte externa, se esquecendo de que, após uma chuva pesada, a pintura ficará danificada. É importante usar a tinta correta para cada ambiente, assim como prever os materiais ideais de acordo com a situação. Com o tempo, em uma região litorânea, uma luminária de ferro vai enferrujar. Embora sejam mais baratas, elas não têm a mesma resistência do alumínio.

13. “Projeto detalhado não deixa o orçamento estourar” João Conrado, arquiteto do escritório Conrado Ceravolo

Arquitetos Se for bem-feito e detalhado, o projeto ajuda a planejar a obra, colocar os custos na ponta do lápis e pensar nas possibilidades de dividir a empreitada em etapas, caso necessário. É possível gastar menos substituindo materiais, como o piso de porcelanato pelo cimento queimado, por exemplo, ou fazendo um armário com laterais e fundo de alvenaria para reduzir o volume de marcenaria.

14. “Materiais básicos devem ser de boa qualidade” Fernando Figoli, arquiteto do escritório Figoli-Ravecca

Não economize na qualidade dos produtos que pretende ter em sua obra. Isso vale desde o tijolo que vai ser usado para construir a parede, o material do mobiliário até, principalmente, os itens que ficam dentro das paredes, pisos e forros, como tubulações, material elétrico e de impermeabilização. Se forem de baixa qualidade, eles terão de ser substituídos em uma nova obra, e o custo de reposição vai ser alto. Gaste uma vez só!

Fonte: Casa&Jardim

Uma casa muito pequena, mas habitável. Estamos em Paris e dois jovens arquitetos franceses conseguiram transformar um pequeno apartamento em um espaço de apenas 8 metros quadrados. Isso mesmo se tornando assim um apartamento funcional e acolhedor, talvez o menor da capital francesa.

Com o aumento dos preços dos apartamentos em Paris e a presença de muitos edifícios para renovar, obrigou os arquitetos do Kitoko Studio a redesenhar tudo. Apesar do espaço limitado, o apartamento tinha que ser funcional para dormir, cozinhar, comer e trabalhar.

Assim, os dois jovens arquitetos, Gaylor Lasa Zingui e Morgane Guimbault, conseguiram fazer o apartamento e incluir todas as áreas fundamentais para uma casa respeitável e funcional: uma cama, uma cozinha, um armário, gavetas, uma mesa para duas pessoas com dois assentos e um banheiro completo com chuveiro. Mas como isso foi possível?

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Fonte: http://www.casafa.net/

Taxa de juros para financiamento de imóveis é reduzida pela Caixa

Saiba como ficou o percentual da taxa de juros para financiamento em cada um dos sistemas da Caixa Econômica Federal.

A Caixa Econômica Federal, responsável pelo maior número de financiamentos de imóveis do Brasil, anunciou redução das taxas de juros. Os novos valores mudam de acordo com o sistema utilizado e varia também se a pessoa é servidor público e correntista do banco. O financiamento é uma das questões que mais pesam para os brasileiros no processo de compra de um imóvel. Esse é um dos motivos pelo qual a notícia é bem-vinda por quem está em busca de uma residência, já que as altas taxas de juros podem adiar o sonho de comprar a casa própria.

Os novos números das taxas de juros começaram a valer desde o dia 9 de novembro. Os sistemas de financiamento da Caixa são o SFH (Sistema Financeiro Habitacional) e SFI (Sistema Financeiro Imobiliário), sendo o primeiro o mais popular. Para saber qual taxa de juros será aplicada ao financiamento do imóvel, os compradores precisam entender em qual sistema ele se enquadra e analisar o seu próprio perfil. Além desses dois pontos, deve ser feito o cálculo do financiamento junto ao banco para entender melhor como os juros pode se tornar vantajosos no decorrer do pagamento.
Taxa de juros para financiamento no SFH

Para a aprovação do financiamento no Sistema Financeiro Habitacional o valor do máximo do imóvel deve ser de R$ 750 mil em São Paulo, Minas Gerais, Rio de Janeiro e Distrito Federal e R$ 650 mil nos demais estados do País. Todas as taxas tiveram redução de 0,25 ponto percentual. Os juros para financiamento mais baixos continuam sendo para os servidores públicos que recebem o pagamento do salário pela Caixa Econômica. Antes o valor estava em 10% e com a atualização caiu para 9,75%. Veja como ficou:

Queda de 10% para 9,75% ao ano para servidores públicos que recebem salário na Caixa;
Redução de 10,5% para 10,25% ao ano para servidores públicos;
Diminuição de 10,5% para 10,25% ao ano para clientes do banco;
Queda de 11% para 10,75% ao ano para clientes sem conta corrente na Caixa;
Para os não clientes da Caixa, a redução foi de 11,25% para 11% ao ano.

Valor de taxa de juros para financiamento no SFH

Para os financiamento que não entram no perfil do SFH, a Caixa possui o SFI. Ele ajuda a nortear custos para grandes instituições e investidores. Todos os valores da taxa de juros também caíram 0,25 pontos percentuais. Os juros mais baixos continuam sendo para os servidores públicos que recebem salário na Caixa. Veja como ficou:

Queda de 11% para 10,75% ao ano para servidores públicos que recebem salário na Caixa;
Redução de 15,5% para 11,25% ao ano para servidores públicos;
Diminuição de 11,5% para 11,25% ao ano para clientes do banco;
Queda de 12% para 11,75% ao ano para clientes sem conta corrente na Caixa;
Para os não clientes da Caixa caiu, de 12,5% para 12,25% ao ano.

Outra novidade no financiamento

Junto a redução da taxa de juros para financiamento, a Caixa também anunciou outra medida. O foco é o mercado de imóveis populares e de baixo custo, tanto os novos quanto os usados. Nesse caso, o banco diminuiu o valor do financiamento no Sistema Brasileiro de Poupança e Empréstimo (SBPE) de R$ 100 mil para R$ 80 mil. As taxas de juros para financiamento diminuem por conta da redução da Selic, a taxa básica de juros do Brasil, e das projeções de queda ainda maiores.

No País, a Caixa é a maior financiadora imobiliária. Outros bancos tendem a seguir a mesma linha e também podem vir a diminuir as taxas de juros aplicadas para a compra de imóveis usados, novos e na planta. No ano passado, a Caixa realizou diversos aumentos das taxas de juros. As reduções dos valores ajudam a fomentar ainda mais o mercado imobiliário e estimular o setor da construção civil brasileira.

O que você achou da redução da taxa de juros? Em sua busca, a taxa de juros foi um grande fator decisivo para decidir sobre a compra da casa dos sonhos? Deixe sua opinião nos comentários!